quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Receita da Vovó: Torta de Milho com Frango

 

Ingredientes


  • 1 xícara (chá) de leite
  • 1 xícara (chá) de óleo
  • 2 ovos
  • 1 xícara (chá) de milho verde
  • 1 xícara (chá) de farinha de trigo
  • 1 xícara (chá) de maisena
  • sal a gosto
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó químico
Recheio:
  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • 1 dente de alho
  • 1/2 cebola picada
  • 2 tomates picados
  • 1 cubo de caldo de galinha
  • 1 peito de frango cozido e desfiado
  • 1 xícara (chá) de água
  • 4 colheres (sopa) de molho de tomate
  • 1 lata de milho verde escorrida
  • 1 xícara (chá) de cheiro verde picado
  • sal e pimenta-do-reino a gosto

 

Modo de Preparo

  1. Bata no liquidificador o leite, o óleo, os ovos e o milho
  2. Aos poucos coloque a farinha de trigo, a maisena, sal e o fermento em pó
  3. Se ficar muito grosso utilize uma colher para misturar
  4. Para o recheio, em uma panela com o óleo, refogue o alho e a cebola, acrescente o tomate, o caldo de galinha, o frango e refogue por 5 minutos
  5. Coloque a água e o restante dos ingredientes e deixe apurar por mais 10 minutos em fogo baixo
  6. Em uma forma de 30x22 cm, coloque metade da massa, por cima coloque o refogado de frango e cubra com a outra metade da massa
  7. Leve ao forno médio, preaquecido por 30 minutos ou até assar e dourar
  8. Sirva-se

Receita da vovó: Torta Suiça

 

 

Ingredientes

  • 10 claras
  • 160 g de açúcar
  • 120 g de chocolate em pó
  • 15 g de farinha de trigo ou 1 colher de sopa rasa de farinha de trigo
Chantilly:
  • 500 ml de creme de leite fresco
  • 50 g de açúcar
Ganache:
  • 100 g de chocolate meio amargo
  • 100 ml de creme de leite

Modo de Preparo

  1. Preaqueça o forno em 160°C e prepare 2 formas de fundo falso com 22 ou 23 cm de diâmetro colocando papel manteiga no fundo, unte o papel com manteiga também
  2. Bata as claras em neve em velocidade baixa até ficarem bem firmes (coloque 1 pitadinha de sal nas claras, ajuda a ficarem firmes)
  3. Assim que as claras estivem em neve com a batedeira ligada acrescente o açúcar, depois que estiver tudo incorporado desligue a batedeira e acrescente o chocolate e a farinha misturando delicadamente com o auxílio de uma espátula (não misture muito para não perder a consistência)
  4. Faça movimentos bem leves pois a massa tem que ficar bem aerada
  5. Divida a massa igualmente nas duas formas e leve ao forno por 25 a 30 minutos ou até que a massa forme uma crosta e o teste do palito mostre que a massa está assada
  6. Tire do forno e deixe esfriar
  7. Após esfriar um pouco retire as laterais mas deixe o fundo ainda até esfriar mais
  8. Prepare o chantilly bata na batedeira o creme de leite fresco com o açúcar até atimgir o ponto de chantilly, cremeso mas não muito mole
  9. No banho maria ou no micro-ondas aqueça o creme de leite e misture o chocolate picado misturando para que o chocolate derreta e se incorpore ao creme de leite
  10. No prato em que vai servir coloque uma das massas, cubra com chantilly e por cima coloque a outra massa, cobrindo tudo com ganache
  11. Agora é só se deliciar, simplesmente divina

Governo Alckmin gastou R$ 1 bi com propaganda, se este dinheiro tivesse sido investido em Saúde



O governo do Estado de São Paulo, no período entre 2004 e 2011, gastou R$ 1 bilhão com propaganda oficial, ou seja, 0,12% de seu orçamento. Isto significa que os gastos com propaganda mais do que dobraram no período, em especial durante a administração do ex-governador José Serra (PSDB).

O aumento de gastos com publicidade no ano pré-eleitoral é comum no governo paulista. Em 2009, Serra atingiu o pico das despesas de propaganda de seu mandato, com R$ 311,7 milhões, em valores atualizados pela inflação. No ano seguinte, ele disputou a Presidência da República.

As informações sobre o gasto do governo paulista foram extraídas de relatórios de execução orçamentária apresentados ao Tesouro Nacional, por exigência da Lei da Responsabilidade Fiscal e foi considerada a rubrica "comunicação social" para calcular os gastos com propaganda. Embora seja declaratória, e eventuais despesas com publicidade possam ser equivocadamente registradas em outra rubrica. O orçamento com propaganda não inclui a previsão de gastos das empresas públicas - como o Metrô, a Sabesp e a Dersa -, que lançam suas campanhas a partir das diretrizes do Estado.

Alckmin amplia gastos em 26%

O governo Alckmin aumentou em 26% seu orçamento com ações de publicidade em 2013, em comparação com as despesas ordenadas durante o ano passado. A gestão de Geraldo Alckmin, candidato à reeleição em 2014, prevê gastar R$ 226 milhões para divulgar suas realizações e veicular peças de utilidade pública.

*com informações da Folha de S. Paulo e PTAlesp

Polícia apreende uma tonelada de peixes no noroeste paulista



A piracema está nos últimos dias e mesmo com a restrição, tem muita gente que continua pescando. A piracema é o período em que a pesca fica restrita para garantir a reprodução dos peixes. Pescar nesta época é um crime ambiental com multa e apreensão dos materiais do pescador.

No Estado de São Paulo, a Polícia Ambiental apreendeu mais de nove toneladas de peixes, foram quase duas mil multas aplicadas. Só na região noroeste paulista mais de uma tonelada de peixes foi resgatada. A polícia multou mais de 100 pescadores.

No rio Grande, no noroeste paulista, a paisagem é calma e tranquila nesta época. Bem diferente de quando a pesca está liberada. Os barcos ficam parados nas margens. Há quatro meses, as pescarias estão restritas por causa da piracema, período de desova dos peixes. As regras são rígidas para não prejudicar a reprodução das espécies. “É proibido captura de peixes nativos e equipamentos profissionais, como redes e tarrafas”, afirma o tenente da Polícia Ambiental Luiz Antônio Vaserino.

Os policiais fazem a fiscalização e orientam pescadores profissionais e quem pratica a atividade como lazer. Um pescador estava com mandi, peixe nativo do rio Grande, e não escapou da multa. “A multa neste caso é de R$ 700 pela conduta dele e R$ 20 por quilo de peixe. O material dele será apreendido e encaminhado ao Ministério Público por ser crime ambiental”, afirma o tenente.

Por sorte, os mandis sobreviveram e foram soltos na água. Outros pescadores apressados, que não esperaram o fim da piracema, também foram multados e tiveram varas e linhas apreendidas. 


Por MaisInterativa

Esquadrão é acionado para explodir dinamite em Três Fronteiras




Integrantes do Grupo de Ações Táticas Especiais da capital estiveram na terça-feira (26) em Três Fronteiras, para desarmar uma bomba de fabricação caseira. O artefato foi usado por bandidos para tentar explodir um caixa automático na cidade.

A tranquilidade do município de pouco mais de cinco mil habitantes foi quebrada com a explosão de um dos caixas automáticos de um banco, que fica na avenida principal. A área ao redor da agência precisou ser interditada pela polícia. Dentro do prédio, ficou a destruição causada pelo explosivo.

Esta é a terceira vez que o banco é alvo de ladrões. “Seis homens, segundo testemunhas, colocaram duas bananas de dinamites nos caixas automáticos. Apenas uma banana explodiu, mas não houve a retirada de dinheiro. Mas isso é a princípio, ainda vamos averiguar se eles levaram algum valor”, afirma o sargento da Polícia Militar Ivan Brasil.

Como um dos artefatos colocados na saída de dinheiro do equipamento não explodiu, o Gate, Grupo de Ações Táticas Especiais, da Polícia Militar foi acionado. O grupo percorreu mais de 600 quilômetros até chegar a região.

Para agilizar o deslocamento, foi necessário o uso de um avião para trazer a equipe que fica na capital. A ação para retirar o explosivo não demorou. Com roupas e equipamentos especiais, o material foi colocado em uma caixa e encaminhado para a área rural. Lá os integrantes do esquadrão antibombas cavaram um buraco e em seguida detonaram o explosivo. “Era um artefato de fabricação caseira. Então requer um tratamento mais adequado com o material”, diz o sargento do Gate Edson Ruiz da Silva.

As imagens das câmeras de segurança da agência vão ajudar a polícia a tentar identificar e localizar os suspeitos. “Vamos sair pela cidade para procurar imagens de câmeras particulares, e com o conjunto de imagens, encontrar os autores”, diz o delegado Ricardo de Oliveira. Segundo a gerência do banco, os ladrões não conseguiram levar nenhuma quantia dos caixas. Até agora ninguém foi preso. 


Por MaisInterativa

Com estádio vazio Corinthians vence por 2 a 0



Sob os olhares de quatro solitários torcedores, que ganharam o direito de ir ao Pacaembu por meio de uma decisão liminar, o Corinthians ignorou o estranho silêncio do estádio e venceu a primeira na Copa Libertadores. Punido pela Conmebol, o time brasileiro não pôde comemorar com seus torcedores os dois gols marcados na vitória sobre o Millonarios, da Colômbia. Pato e Guerrero foram os autores dos dois gols da partida.

Com o triunfo, o atual campeão da Libertadores chegou aos 4 pontos no Grupo 5. Ocupa a segunda posição, atrás apenas do Tijuana, com seis. O líder será justamente o próximo adversário do Corinthians, na próxima quarta-feira, no México. Se vencer, o time do técnico Tite assumirá a primeira posição da chave.

Na foto, quatro torcedores, que conseguiram liminar para entrar no jogo.

MPF pede a suspensão de “Tele Oeste” em 67 cidades do interior paulista

 
 
 
O Ministério Público Federal em Jales quer a suspensão imediata da venda do título de capitalização "Tele Oeste", hoje comercializado em 67 cidades do interior paulista. De acordo com a ação civil pública com pedido de liminar protocolada no dia 20 de fevereiro, o título é apresentado como "verdadeiro jogo de azar" que tem "lesado os direitos de um grande número de consumidores".

A legislação federal autoriza sorteios vinculados a títulos de capitalização, desde que os sorteios sejam gratuitos e tenham caráter acessório. Não é o que acontece com a venda do "Tele Oeste", que, no material de divulgação, enfatiza a realização de sorteios de carros e motos. "Os sorteios são transmitidos ao vivo pela Band Interior, demonstrando que se trata de bilhetes de loteria", revelou o procurador da República Thiago Lacerda Nobre.

Outra irregularidade apontada na ação civil pública é a transferência automática do direito de resgate do título de capitalização para a Liga Nacional de Futebol (Linaf), que tem sede em Americana. "O pior é que tal informação não está visível em qualquer dos meios de divulgação do produto, em flagrante afronta às normas de proteção ao consumidor", aponta o procurador.

A transferência do resgate do título à Linaf só aparece nas "condições gerais do título", onde é apontado que "comprando o Tele Oeste você adquire o direito de concorrer a prêmios e cede o direito de resgate do título à Liga Nacional de Futebol – Linaf".

"O título de capitalização tem um caráter de aplicação de capital, através do qual o aplicador/consumidor que o adquire pode resgatar o seu valor atualizado, após o período de vigência. É sob este aspecto que o Tele Oeste deveria ser comercializado, de acordo com sua natureza de título de capitalização", esclareceu Nobre.
A ação civil pública é movida contra a Sul América Capitalização S.A. (Sulacap), que emite o título de capitalização; a Luma Cap Administração e Participação Ltda, empresa com sede em Bauru e promove o título; a Linaf, que é autorizada a resgatar os valores; e a Superintendência de Seguros Privados (Susep), autarquia federal executora da política de capitalização no país.

O MPF pediu, em caráter liminar, que a Justiça determine às administradoras da "Tele Oeste" a obrigação de, num prazo de três dias, transmitir, nos mesmos canais televisivos e de rádio nos quais veiculam a realização do sorteio, uma mensagem informando aos consumidores que a venda do título foi cancelada por ordem judicial. A veiculação deve acontecer sem a emissão de juízos de valor sobre a decisão da Justiça e a iniciativa do MPF.

No mérito, a ação pede o encerramento definitivo da comercialização e da realização de sorteios promovidos pela "Tele Oeste" da forma como tem sido feitos hoje, onde os sorteios de prêmios são apresentados como atividade principal e há destinação automática do direito de resgate dos títulos de capitalização à Linaf.

O MPF também quer que a Sulacap, a Luma Cap e a Linaf sejam condenadas a restituir ou indenizar, com juros e atualização monetária, os valores gastos pelos consumidores para aquisição de títulos de capitalização em relação aos quais tenha sido suspensa a realização de sorteio de bens.

O MPF pede ainda que a Susep, autarquia federal, seja condenada a não mais permitir, autorizar ou aprovar a comercialização de títulos de capitalização que promovam o sorteio como atividade principal.Bauru – Desde dezembro de 2011 está suspensa a venda do título de capitalização Bauru Cap, na região de Bauru. O título apresenta os mesmos problemas denunciados pelo MPF em relação ao "Tele Oeste". A suspensão, em caráter liminar, foi determinada pelo juiz federal Massimo Palazzolo, a pedido do MPF em Bauru.

Para Palazzolo, muitas das irregularidades cometidas na venda do Bauru Cap dizem respeito à violação do direito de informação do consumidor. Ele explicou que a Sulacap não esclarece ao consumidor que um título de capitalização representa um título financeiro, que possibilita uma poupança programada em fundos de capitalização e com prazo definido de duração.

Isso, segundo a sentença, leva o consumidor a acreditar que está "adquirindo apenas uma cartela de sorteio para concorrer a prêmios diversos". O juiz também lembrou que a faculdade de cessão do título "não vem estampada no bojo do título vendido no mercado, onde consta apenas a cessão compulsória, incondicional e imediata dos direitos do título à Linaf por parte do consumidor adquirente".

Foto: Google

Por MaisInterativa

Câmara aprova relatório de petista que acaba com 14º e 15º salários




O pagamento é feito a título de ajuda de custo e, hoje, corresponde ao valor de um subsídio mensal (R$ 26.723,13) recebido pelos parlamentares no começo e no final de cada sessão legislativa ordinária, que corresponde a cerca de um ano. Pelo texto aprovado, a ajuda de custo será paga somente no início e no fim dos mandatos de deputados e senadores.

O deputado Afonso Florence (PT-BA), relator pela Comissão de Finanças e Tributação, elogiou a aprovação da matéria. “Essa proposta vai ao encontro de um conjunto de medidas que têm sido adotadas com vistas à fixação de um sistema mais apropriado de remuneração aos parlamentares”, frisou.

O deputado Artur Bruno (PT-CE) também elogiou o fim do 14º e 15º salários. “O recebimento desse privilégio tornou-se injustificável com o tempo. Essa era uma das práticas arcaicas do Congresso que tínhamos o dever moral de extinguir”, ressaltou.

Para a deputada Fátima Bezerra (PT-RN), “não era razoável, e nem muito menos justo que os parlamentares tivessem esse privilegio”.

Por Gizele Benitz, PT na Câmara

Universidades convocam candidatos em lista de espera do ProUni



No site do programa estão detalhados os procedimentos necessários para obter a bolsa de estudo. Além de documentos pessoais, o candidato deve apresentar comprovantes de residência, de rendimentos e de conclusão do ensino médio, entre outros.

Aqueles que não forem pré-selecionados terão uma segunda chance no dia 8 de março, quando vai ocorrer a segunda chamada da lista de espera. Os convocados na segunda chamada devem comparecer aos locais indicados entre os dias 8 e 13 de março.

O ProUni concede bolsas de estudo integrais e parciais em instituições privadas de educação superior para cursos de graduação e sequenciais de formação específica. Para o primeiro semestre deste ano, foram oferecidas 162.329 bolsas. O balanço final do programa registrou 1.032.873 inscritos.

As bolsas aumentaram em relação ao número oferecido no segundo semestre de 2012, quando foram ofertadas 90.311 - 72.018 a menos que este ano. Em relação ao primeiro semestre de 2012, houve redução - foram oferecidas no período 195.030 bolsas, 32.701 a mais que neste ano.

Tem direito à bolsa integral o candidato com renda familiar per capita até um salário mínimo e meio (R$ 1.017). Para as bolsas parciais (50% da mensalidade), a renda familiar deve ser até três salários mínimos (R$ 2.034) por pessoa.

Por Agência Brasil

EUA dão sinais de que enviarão armas para terroristas sírios



Os Estados Unidos consideram realizar alguns ajustes na sua política contra a Síria e poderão enviar ajuda militar aos bandos armados, como coletes a prova de balas e veículos armados, além de proporcionar aos terroristas "treinamento militar", destacaram nesta quarta-feira (27) alguns meios de comunicação estadunidenses.

O diário The Washington Post afirmou esta semana, entretanto, que as autoridades ainda se opõem a enviar armas, algo que muitos consideram uma grande mentira, já que fluem por meio de canais ilegais armas e munições americanas, desde a Turquia e a Jordânia com o apoio da CIA, citando apenas dois exemplos.

"A Casa Branca apoia um caminho ruim para a solução da crise, se levarmos em conta as declarações do secretário de Estado John Kerry de dar mais apoio à oposição armada nessa nação árabe", consideram analistas do periódico.

"A oposição da Síria precisa de mais ajuda para derrubar o governo do presidente Bashar al-Assad", disse Kerry nesta quarta, durante uma reunião com seu colega francês Laurent Fabius, embora não tenha especificado se seu governo planeja um maior envolvimento no conflito que o Ocidente e algumas nações do Golfo Pérsico promovem.

As declarações do chefe da diplomacia estadunidense acontecem a poucas horas de uma reunião da coalizão dos autodenominados "amigos da Síria" em Roma, nesta quinta (28).

"Acredito que a oposição necessita de mais ajuda para ser capaz de derrubar o governo e trabalhamos para ter uma posição única, indicou Kerry em Paris, sem referir-se aos grupos terroristas vinculados à rede Al-Qaida, parte da chamada "oposição" e que os próprios estadunidenses mantêm na chamada lista suja.

O atual giro de Kerry, que o levará também ao Oriente Médio e que alguns esperavam que fosse parte de uma diplomacia "sutil", para escutar posições, parece que mudará de tom e terminará em um apoio direto ao terrorismo na Síria e na ajuda militar, que passará do que eufemisticamente se chamava de "não letal" para a mortal.

Ao contrário da percepção de que a Casa Branca apoiaria o caminho do diálogo sem condições prévias, agora parece que o Departamento de Estado se desloca de toda iniciativa nesse sentido, de acordo com a opinião dos meios de comunicação estadunidenses.

Em Genebra, no ano passado, a Rússia e os Estados Unidos concordadam em uma fórmula da transição que teria um governo de coalizão de rebeldes e atuais ministros, sem especificar o papel que Bashar al-Assad cumpriria no plano.

O diário The New York Times informou há uma semana que o presidente Barack Obama poderia mudar a política do país em relação à Síria, ao mesmo tempo que o Pentágono, a CIA e os neocons querem aprofndar a militarização do conflito, segundo comentou nesta quarta o diário britânico The Guardian.

"Mais armas para os rebeldes não vão mudar a estagnada situação militar", comenta o diário, ao assinalar que o Exército Árabe Sírio "não consegue" vencer a guerra, tampouco os "rebeldes".

A adição de mais armas somente aumentará a quantidade de mortos e dificultará a ajuda para milhões de pessoas vítimas de um conflito insuflado pelo Ocidente e, no último caso, essas armas podem acabar nas mãos de jihadistas e salafistas, autores dos maiores ataques e atos terroristas na Síria.

Por Prensa Latina

Nova regra para chamada móvel interrompida entra em vigor, diz Anatel



A nova regra da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) sobre a tarifação para chamadas de telefonia móvel interrompidas passaram a vigorar nesta quarta-feira, informou a autarquia.

Assim, se uma ligação móvel for interrompida por qualquer motivo, o usuário terá dois minutos para realizar outra chamada para o mesmo número, que será considerada parte da primeira, portanto, sem efeito de tarifação extra.

"No caso de quem paga a ligação por tempo, haverá a soma dos segundos e minutos de todas as chamadas sucessivas", explicou a Anatel em seu website.

"No caso de quem paga por ligação, as chamadas sucessivas serão consideradas uma só para efeito de cobrança e não poderão ser cobradas do consumidor como ligações diferentes", complementou.

Essa regra vale apenas para chamadas feitas por celulares, tanto para números móveis quanto para fixos, sem limite para chamadas sucessivas.

A regra foi aprovada pela Anatel no fim de novembro.




Por Sérgio Spagnuolo - Reuters

Birigui: Justiça determina cassação de prefeito e vice de Birigui




A Justiça Eleitoral cassou nesta quarta-feira (27) o mandato do prefeito de Birigui, Pedro Bernabé (PDT), e do vice Carlito Vendrame (PSD), em ação movida pelo deputado estadual Roque Barbiere (PTB), candidato derrotado pela dupla nas eleições municipais do ano passado.

A sentença, do juiz Carlos Gustavo Miranda, determina ainda que Bernabé e Vendrame tenham os direitos políticos cassados por oito anos, bem como a realização de uma nova eleição na cidade.

Com o afastamento imediato de Bernabé e Vendrame, até lá, o município será governado pelo presidente da Câmara, o vereador Paulo Bearari (PT), que cumpre seu segundo mandato legislativo. O prefeito e o vice podem recorrer da decisão no TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo).

Roquinho acusava seus adversários de compra de votos e abuso de poder econômico no pleito de 2012.

Por Arnom Gomes, Folha da Região

Brasil receberá R$ 3,8 trilhões em investimentos até 2016, diz ministro do Desenvolvimento




O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse nesta quarta-feira (27) que o Brasil receberá investimento de R$ 3,8 trilhões até 2016. Segundo Pimentel, que participou da 40ª Reunião Ordinária do Pleno do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), no Palácio do Planalto, entre 2013 e 2016 o investimento no Brasil crescerá cerca de 30%.

Pimentel afirmou que diante do panorama global de estagnação, que puxou para baixo a curva de investimento direto no mundo inteiro, o Brasil foi uma exceção e se tornou até mais atraente. O ministro disse ainda ter a convicção de que haverá aumento do investimento nos diversos setores da economia brasileira nos próximos anos.

Veja a apresentação feita por Pimentel durante reunião do CDES: Clique aqui 


Por Blog do Planalto

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Humor: Carnaval, Games, Diversão, Filhos, Tecnologia















Receita da Vovó: Bolo de banana com queijo e canela

Ingredientes

  • 1 colher de sopa de maizena
  • 2 ovos
  • 2 xícaras de açúcar
  • 1 colher de sopa de fermento
  • 3 colheres de sopa de manteiga
  • 3 xícaras e meia de trigo
  • 1 xícara de leite
  • 1 pitada de sal
  • 7 a 8 bananas nanicas
  • 150 g de queijo mussarela
  • Canela em pó

Modo de Preparo

  1. Bater o açúcar com a manteiga, acrescentar os ovos, maizena, trigo, leite , sal e o pó royal
  2. Colocar metade da massa em um tabuleiro
  3. Colocar as bananas fatiadas
  4. Por cima queijo mussarela cortadinho, canela com açúcar
  5. Cobrir com o restante da massa
  6. Colocar outra camada de queijo, canela com açúçar
  7. Levar ao forno médio e assar por aproximadamente 35 minutos ou até dourar

Clubes decidem acabar com os clássicos nas últimas rodadas do Brasileirão



Brasileirão não terá mais clássicos estaduais nas últimas rodadas.

A decisão foi anunciada pela Confederação Brasileira de Futebol, nesta segunda-feira, após reunião do presidente da entidade, José Maria Marin, com os presidentes dos clubes da primeira divisão do torneio, no Rio de Janeiro.

A mudança foi solicitada por alguns clubes e definida em votação.
Na avaliação do presidente do Atlético-MG, Alexandre Kalil, existem algumas cidades que não têm condições de ter dois jogos ao mesmo tempo, especialmente para que haja policiamento adequado.

Os confrontos entre rivais na reta final do Brasileiro foram instituídos pela CBF para tentar motivar os clubes e deixar a disputa emocionante até o final.

Em 2011 e 2012, os duelos locais encerraram primeiro e segundo turno do Campeonato Brasileiro.

Com a nova medida, o departamento técnico da CBF será orientado a elaborar uma tabela sem os clássicos.

Fonte: Região Noroeste

Projeto de crédito adicional para a Facip tem pedido de urgência rejeitado na Câmara de Jales

Foto: Assessoria de Imprensa Câmara Municipald e Jales


Na sessão da Câmara, realizada na noite desta segunda-feira (26), o projeto de lei que abre um crédito adicional especial de R$ 2,3 milhões para a Facip foi rejeitado por seis votos a quatro. 

Os lideres Gilberto Alexandre de Moraes(DEM), Rivail Rodrigues Junior (PSB) e Luiz Fernando Rosalino (PT), defenderam a rejeição do requerimento de urgência para uma melhor análise do projeto de lei que, agora, deverá ser enviado a Comissão de Constituição, Justiça, Redação e Legislação para parecer. 
 
O vereador Luís Fernando Rosalino comentou que a maior parte das pessoas entenderam a votação da Câmara de realizada nesta segunda-feira (25), e esclareceu alguns pontos:

1º  O projeto de Lei que trata a autorização ao Executivo movimentar R$ 2.300.000,00 não teve autorização para tramitar na Câmara em regime de Urgência Especial, ou seja, o projeto vai passar pelas análises das comissões de Constituição e de Orçamento. ELE NÃO FOI REJEITADO.

2º As cifras são elevadas e carecem de ampla análise das comissões, foi assim que pensei junto com os vereadores Rivail Junior Rodrigues, Jesus da Prefeitura, Pérola Maria Fonseca Cardoso, Tiquim e Gilbertão.

3º Ninguém, em momento algum, nem comentou nem informou ser contra a FACIP, inclusive eu.

4º Se o projeto de Lei pedindo autorização atrasou não foi culpa da Câmara, o que o eu não posso fazer é me precipitar em relação ao dinheiro do povo e a constitucionalidade do projeto.


O Projeto que tramita libera R$ 2.300.000,00 (Dois Milhões e Trezentos Mil) para a Facip, isto é, um crédito adicional, se a Facip irá ou não cobrir todos as despesas da festa e ainda dar lucro como colocado pela Comissão presidida na imprensa pelo Dr. Pedro Callado, não sabemos, até porque se o futuro fosse fácil de se ver, teriamos muitos milionários na MegaSena, todo fim de semana teria um ganhador.

Outro ponto importante também a ser analisado por esta Câmara é que a atual Prefeita tem 20% do orçamento para remanejar para outras áreas, é algo na casa de 18 Milhões, o projeto não se faz necessário ao meu entendimento já que possui este atributo, ela não depende deste projeto para fazer ou não a Facip. 



Juiz de Estrela d'Oeste condena homem a pagar 15 salários mínimos por perturbação do sossego

Juiz de Estrela d'Oeste condena homem a pagar 15 salários mínimos por perturbação do sossego
O juiz de Estrela D’Oeste, Luiz Fernando Silva Oliveira, condenou um homem da comarca a pagar 15 salários mínimos por crime de perturbação ao sossego público. Além disso, ele terá que pagar R$ 3 mil de custas processuais à Fazenda do Estado de São Paulo por ter-se utilizado da assistência judiciária, mesmo tendo condições financeiras para pagar um advogado. Abaixo, trecho da decisão do magistrado Luiz Fernando Silva Oliveira.

“(…) pessoa de boa condição financeira (…) , e ainda assim, está sendo defendido pelo convênio OAB/Defensoria Pública, ou seja, na hora de ingerir bebidas alcoólicas, e usar o seu veículo que está em nome do seu pai, o réu teve condições financeiras, todavia, não contratou advogado para patrocinar sua defesa, e a OAB, está patrocinando a sua defesa por meio de convênio público, e não é justo que o Estado arque com o pagamento de quem tem condições de contratar advogado. Sendo assim, deverá o réu pagar o valor dos honorários advocatícios, que fixo em R$ 3.000,00, em favor do Estado de São Paulo, o qual deverá ser depositado na conta na Defensoria Pública. Para garantir o pagamento, decreto a apreensão do veículo (…)” .

Ethos

Ministério Público pede regulamentação ágil da lei de combate ao trabalho escravo



O Ministério Público do Trabalho (MPT) em São Paulo pede urgência na regulamentação da lei estadual de combate ao trabalho escravo, sancionada dia 28 de janeiro pelo governador Geraldo Alckmin e que prevê punições mais rigorosas para empresas flagradas explorando trabalhadores, direta ou indiretamente, em condições análogas às de escravidão. De acordo com o MPT, 213 pessoas foram resgatadas de condições degradantes no estado de São Paulo em 2012.

A Lei 14.946/2013 prevê a cassação da empresa infratora do cadastro de contribuintes. Além disso, as novas regras proíbe os gestores de exercer a mesma atividade econômica ou abrir nova firma no setor, por dez anos. No entanto, ainda falta o Executivo definir com exatidão a aplicabilidade e as exceções da nova legislação, para que seu conteúdo se torne efetivo e contribua para coibir a exploração de trabalhadores.

Entidades governamentais e não-governamentais que lutam pela erradicação do trabalho escravo afirmam que só a partir da regulamentação se poderá garantir a aplicação da lei. “A expectativa é que a regulamentação contemple o espírito da lei, porque ela se apresenta como uma excelente ferramenta, mas é preciso fazer com que seja respeitada e cumprida”, disse Luis Antônio Camargo de Mello, procurador-geral do MPT, à Rádio Brasil Atual.

Luis Fabri, coordenador do Núcleo de Combate ao Trabalho Escravo do Ministério Público do Trabalho de São Paulo, destaca que a partir da regulamentação e aplicação, a lei pode se tornar referência mundial no combate ao trabalho escravo. “Eu acredito numa regulamentação tenha um potencial de expansão dessa medida para outros estados do Brasil e até uma internacionalização.”

Segundo ele, três segmentos econômicos têm maior incidência de mão de obra análoga ao trabalho escravo urbano em São Paulo: a construção civil, a indústria têxtil, e a agroindústria.

Por Rede Brasil Atual 

Cerca de 791 mil famílias já foram cadastradas em programas sociais



O Plano Brasil Sem Miséria já localizou 791.068 famílias em situação de extrema pobreza desde o lançamento do programa, em junho de 2011. A ação realizada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), tem por objetivo incluir essas pessoas no Cadastro Único para que possam ter acesso, a partir de programas sociais, a participarem ao Bolsa Família e a serviços públicos, programas de inclusão produtiva, entre outras iniciativas do governo federal.

Estima-se que mais 700 mil famílias sejam cadastradas até 2014. Durante a cerimônia de anúncio da ampliação do Plano Brasil sem Miséria, nessa terça-feira (19), a presidenta Dilma Roussef, ressaltou a importância da estratégia para que o País consiga superar a miséria.

A assistência social é uma área que deve ser privilegiada por estados e municípios para que a busca ativa atinja seus resultados. Em 2012, o MDS investiu R$ 65 milhões em mais de 1,2 mil equipes volantes que vão à procura dessas pessoas. Elas integram os Centros de Referência da Assistência Social (Cras) e estão presentes em 1.038 municípios do País.

Além disso, 108 lanchas vão possibilitar o transporte das equipes volantes que atuam na Amazônia Legal e no Pantanal a partir de 2013, com apoio do ministério. Serão repasses mensais de R$ 7 mil para possibilitar a realização dessas ações.

Cadastro Único

O Cadastro Único para programas sociais do governo federal é o instrumento mais importante para a superação da miséria em todo o país. A partir de março, todas as 2,5 milhões de pessoas extremamente pobres que estão cadastradas e já recebem o Bolsa Família receberão uma complementação, garantindo que sua renda supere o patamar mensal de R$ 70 per capita.

Além de identificar os beneficiários do programa de transferência de renda, o Cadastro Único possibilita que o governo federal efetive ações complementares para a população, como Minha Casa Minha Vida, Bolsa Verde, Tarifa Social de Energia Elétrica e aposentadoria para donas e donos de casa. “Por isso, o Cadastro Único é precioso e é o nosso instrumento de gestão e monitoramento para reorientar toda essa oferta de serviços”, destaca a ministra do MDS, Tereza Campello.

Desde o início do Plano Brasil Sem Miséria, em junho de 2011, 791 mil famílias que estavam na miséria foram encontradas, cadastradas e incluídas no Bolsa Família. Estima-se que mais 700 mil precisam ser cadastradas até 2014.

Por Brasil Sem Miséria

MinC: vale-cultura injetará R$ 300 mi na cadeia cultural em 2013



Projetado como carro-chefe da política de inclusão do Ministério da Cultura (MinC), o programa tem objetivos ainda mais ousados: alcançar, nos próximos anos, o patamar de 18,8 milhões de trabalhadores e R$ 11,3 bilhões em investimentos (leia texto nesta página).

Para aprovar a novidade no Senado, Marta Suplicy, à frente da pasta desde setembro, valeu-se de seu capital político, com o qual procura ainda destravar o moroso trâmite das reformulações da Lei Federal de Incentivo à Cultura (conhecida como Rouanet) e da legislação autoral.

A ministra começa a desenhar também uma reformulação que pode abalar as estruturas da Agência Nacional de Cinema (Ancine). "Eu me dei conta de que é preciso maior agilidade, menos burocracia e uma reforma estrutural", diz. As mudanças não devem atingir o presidente da agência, Manoel Rangel, cujo mandato termina em maio.

Com cinco meses de ministério, Marta reconhece a fase ainda de aprendizado, diretamente proporcional ao entusiasmo com que enumera desafios e planos: criação de editais para índios e pessoas com deficiência. Lançar candidatura no próximo ano, diz, está fora de cogitação. A seguir, trechos da entrevista concedida no Hotel Windsor, na Barra da Tijuca.

Valor: Como convencer empresários e trabalhadores a ingressar no programa Vale-Cultura, que depende de adesão voluntária?

Marta Suplicy:
O desafio será o empresariado e fazer com que as pessoas de baixa renda ampliem seu leque para uma vasta programação. Faremos forte campanha de publicidade, a partir de junho ou julho, para mostrar as possibilidades para essas pessoas que nunca entraram numa livraria. O foco será as classes C, D e E, alcançando 69 milhões de brasileiros. Tentaremos chegar, neste ano, a R$ 300 milhões em investimentos, atendendo a 1 milhão de trabalhadores por mês. No futuro, com a meta de 18,8 milhões de trabalhadores, teremos R$ 11,3 bilhões injetados na cadeia criativa.

Valor: Como ocorre com a Lei Rouanet, somente empresas com lucro real poderão obter renúncia para utilizar o Vale-Cultura. Seus efeitos não ficarão, mais uma vez, restritos à região Sudeste?

Marta:
Há dois nichos: as metrópoles e as cidades pequenas, onde a oferta é reduzida. Nordeste é um desafio, mas principalmente Norte, onde a existência de empresas capazes de ingressar no programa é infinitamente menor. Para variar, vai ter foco no Sudeste e carência lá em cima. Em algumas cidades não adianta chegar porque não tem o que consumir, não há livraria, cinema... Os dados do IBGE de 2008 são fortes: apenas 9,1% dos municípios têm sala de cinema, 92% dos brasileiros nunca visitou museu. O desafio é gigantesco, mas o impacto é fantástico, porque atuaremos, pela primeira vez, orientados pela demanda do consumidor.

Valor: A senhora acredita que o Vale-Cultura poderá realmente modificar esse quadro retratado por esses e outros dados expressivamente negativos do IBGE?

Marta:
Não acho que seja da noite para o dia, mas paulatino. No entanto, percebo que a população tem sede de conhecimento e nível de informação que não dispunha antes. Conversei com prefeitos de todo o Brasil, que recebemos em Brasília. Eles precisam ficar atentos, porque se não tiverem oferta perderão para a cidade vizinha. Invistam na produção cultural de vocês, verifiquem como abrir uma livraria. Vou repetir esses encontros com federações de indústrias, associações comerciais e prefeitos, para mobilizar.

Valor: Como preparar-se para essa demanda?

Marta:
Não temos a menor ideia do que o povo quer, o que é instigante. Na exposição gratuita dos pintores impressionistas, houve filas no Rio e em São Paulo. Outro dia a porteira do ministério me disse que queria o Vale-Cultura. Perguntei: para ver o quê? "Teatro de rico, "Raimunda, Raimunda", com Regina Duarte, custava R$ 70 e perdi", ela respondeu. Era o sonho dela. Qual é o sonho desses brasileiros? Será que terão fome de cultura? Não sei. É fascinante, e teremos surpresas.

Valor: Boa parte dos investimentos da pasta é feita via renúncia fiscal, cuja escolha recai sobre o empresariado. Edital recente do Fundo Nacional de Cultura, desenhado para iniciativas sem vocação comercial, investirá apenas R$ 9,7 milhões. Qual a opinião da ministra sobre esse desequilíbrio?

Marta:
Não é assim que se faz política de Estado. Isso tem que acabar mudando. A existência da Rouanet é positiva, porque são mais recursos para a cultura [R$ 1,3 bi em 2012]. Temos um orçamento pequeno [a previsão é de R$ 2,8 bilhões em 2013, a ser votado pelo Congresso]. Cheguei em setembro e tive que me dedicar a muitas coisas, como a pauta diversificada no legislativo, e a entender como funciona o ministério, que possui mais de 3 mil pessoas.

"Qual é o sonho desses brasileiros? Será que terão fome de cultura? Não sei. É fascinante, e teremos surpresas"

Valor: A senhora executa uma agenda primordialmente de gestões anteriores. Qual será a marca própria da sua administração?

Marta:
O nosso eixo é o da inclusão do cidadão na cultura, que é a cara da presidenta. Estou solicitando a cada entidade coligada [Ancine, Funarte, Ibram etc] que enumere prioridades nesse foco. Por que me esforço tanto pelo Vale-Cultura? Porque será uma revolução, assim como os CEUs [centro educacional unificado com enfoque esportivo e cultural, marca de sua gestão como prefeita de São Paulo], distribuídos em 300 localidades pobres do país e dedicados à formação artística e ao desenvolvimento de talentos. Tivemos a grata surpresa de deputados solicitarem 38 emendas para levá-los aos seus Estados. Virou uma febre.

Valor: Abraçado como uma de suas prioridades, o impacto do Procultura, que institui novas regras para o fomento e o incentivo à cultura e substituirá a Lei Rouanet, é ainda incerto, segundo o setor. O estudo do Ministério da Fazenda, que projeta maior captação, não traz embasamento consistente, o empresariado poderá assustar-se com o fim da isenção fiscal total que ocorrerá em algumas iniciativas e um buraco jurídico, com o fim da Rouanet, poderá paralisar o setor. Qual a avaliação da senhora?

Marta:
O projeto prevê possibilidades de o produtor alcançar a pontuação necessária para obter os 100% de renúncia para o empresário. Basta abarcar, por exemplo, regiões desfavorecidas, o que será interessante para a sociedade. Tenho feito trabalho de fôlego com o deputado Pedro Eugênio [relator do projeto], e teremos uma transição suave da Rouanet para o Procultura, com prazo de adaptação. Do contrário, seria um desastre.

Valor: Qual o princípio que embasa a criação de editais para afrodescendentes, entre suas primeiras iniciativas, considerados discriminatórios para muitos? Seria uma reparação histórica?

Marta:
Se fosse apenas uma reparação teórica, teria dúvidas. Trata-se de um dado de realidade: a pessoa negra não tem as mesmas possibilidades. Isso ficou evidente quando votamos, no Senado, a lei de cotas raciais nas universidades, e todos os senadores e auxiliares eram brancos. O único negro na sala era o senhor que servia café. Ficou gritante, e o projeto passou. Se for mulher, é pior ainda... Sempre fui preocupada com essas coisas, com as minorias, os gays... estou fazendo tudo o que é possível. Teremos ainda edital para índio, para deficientes, tudo o que der. Mas, olha, não há nenhum projeto para gay, pelo menos não pensei em nada até agora [risos].

Valor:A respeito de outro projeto em discussão, a reforma da lei dos direitos autorais, a senhora está convencida de sua necessidade e da criação de um órgão que fiscalizará o Ecad (Escritório de Arrecadação e Distribuição)?

Marta:
Sim, mas também acho interessantes estudos que possibilitarão acompanhamento on-line. Vai ajudar muito ao Ecad tornar-se mais transparente, que ele diz que é, mas não é. Trata-se de um órgão importante, necessário, porém sem transparência. Como ministério, temos a responsabilidade de garantir o pagamento a todos os músicos, com toda a lisura.

Valor:O ministério, a pedido da presidente Dilma, promoverá ações nos grandes eventos esportivos, e a secretária-executiva Jeanine Pires é ex-presidente da Embratur. Não corre-se o risco de perder-se foco e recursos que caberiam ao próprio setor da cultura?

Marta:
O problema da Copa não é a cultura. O problema da Copa é ter um time bom para ganhar. Vamos fazer a nossa parte. E não vamos gastar um tostão. A Rede Globo ajudará nos grandes eventos com cantores mais conhecidos. E s vamos fazer os "flash mobs" [ações públicas coletivas], que foram um dos maiores êxitos na Olimpíada de Londres, onde estive para saber como foi. E o voluntariado está sob a égide do Ministério do Esporte, pois temos um recurso muito pequeno para Copa.

"O desafio é gigantesco, mas o impacto é fantástico. Atuaremos, pela primeira vez, orientados pela demanda do consumidor"

Valor: Quanto?

Marta:
Fiquei surpresa quando vi que era zero. Vou ter que tirar do Fundo Nacional de Cultura. Por isso que a nossa contribuição será nesses moldes.

Valor: Em maio, termina o mandato de Manoel Rangel na presidência da Ancine, que já declarou a sua saída. Qual a política esperada do próximo a ocupar o posto, a ser indicado pela ministra?

Marta:
Manoel Rangel é um excelente presidente da Ancine, que não é regida pelas mesmas regras de outras agências. Portanto ele não tem que sair. Está em aberto.

Valor: Mas ele afirmou que deixará o órgão.

Marta:
Foi muito elegante de sua parte. Mas isso precisa ser conversado. Manoel tem importância grande neste momento porque, com a aprovação da lei da TV por assinatura [que estabelece cotas de conteúdo nacional na televisão paga], a Ancine passou a receber R$ R$ 700 milhões por ano. Uma instituição que era voltada para o mercado de filmes agora abarca todo o audiovisual. Dada à quantia e às pernas que a Ancine possui hoje, temos de pensar em um novo modelo. Estou trabalhando nisso. Eu me dei conta de que é preciso maior agilidade, menos burocracia e uma reforma estrutural.

Valor: Já que considera tímido o orçamento da pasta, os recursos destinados à Ancine não seriam desproporcionais?

Marta:
Ao observarmos que, dos R$ 2,2 bilhões do orçamento de 2012, R$ 700 milhões foram para a agência, percebemos a importância que a presidenta está dando ao cinema nacional. Se estivesse na pasta na época, teria considerado a decisão absolutamente correta. Temos os talentos, 200 milhões de habitantes e o Vale-Cultura chegando. Está sendo alinhavado todo um processo de deslanche. Um país que não possui um cinema que o represente não tem a cidadania que ainda precisamos buscar. Hoje, um dos instrumentos mais importantes de uma nação é o seu "soft power" [diferencial cultural que se impõe naturalmente]. Qual é o nosso? Temos futebol, Carnaval, uma cultura de festa, mas se a gente for pensar no papel de Hollywood para os Estados Unidos, ou dos cinemas italiano e francês, temos a dimensão de que são quase tão fortes quanto monumentos.

Valor: Pode-se esperar mudanças na Biblioteca Nacional, cujo prédio continua em estado precário, e a transferência da política do livro para Brasília?

Marta:
As obras estão começando, já que o recurso foi finalmente descontingenciado. Estou estudando a questão da política de leitura, acho que faz mais sentido a separação, mas não está definido. Veja, o número de coisas que temos de cuidar nesse ministério... e olha que sou rápida... Tenho dois anos para conseguir esses avanços.

Valor: Mas a senhora passou o Carnaval encontrando-se com aliados da base. A política não a chamará de volta nas eleições de 2014?

Marta:
Nem pensar. Estou gostando muito da função, sinto que estou sendo uma boa ministra. Mas nem comecei a entender tudo que é preciso. Na hora que tomar as rédeas, teremos um desempenho muito bom. Não posso pensar em ser candidata, acabei de entrar. Sou senadora, estou na política e não tenho preocupações eleitorais. Até 2018 sou senadora e estarei voltada para a cultura do país e em deixar uma marca para o governo da presidenta.

Por Valor Econômico

Ministro Padilha pede votação da Lei de Responsabilidade Sanitária



O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, visitou o presidente do Senado Federal, Renan Calheiros, nesta terça-feira, 26 de fevereiro, para pedir apreciação do Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 174/2011, de autoria do Senador Humberto Costa. A proposta institui a Lei de Responsabilidade Sanitária (LRS), que cria mecanismos para assegurar a transparência na execução e fiscalização das políticas públicas de saúde.

O projeto estabelece metas na área da saúde para União, Estados e municípios, mecanismos de cobranças dessas metas e punição dos gestores responsáveis, caso elas não sejam cumpridas. Padilha disse que o projeto é prioritário para o Ministério da Saúde e "fundamental" para a estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS).

A proposta está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e aguarda relatório do senador Jorge Viana (PT/AC). Se aprovado na CCJ, o projeto ainda deve passar pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), antes de seguir para a Câmara dos Deputados.

“Nenhum país da nossa dimensão, com mais de cem milhões de habitantes, assumiu o desafio de buscar ter um sistema universal, público e gratuito para toda a sua população e esse desafio tem que ser construído com três esferas de governo: governo federal, estado e município”, enfatizou o ministro.

Assim como a Lei de Responsabilidade Fiscal, a Lei de Responsabilidade Sanitária será um marco para o País. “O debate sobre o financiamento da saúde deve ocorrer junto com a melhoria da aplicação dos recursos em saúde, que deve ocorrer de forma lícita e transparente, com maus gestores devidamente responsabilizados e punidos”, considerou o Humberto Costa.

Por Por Agência Senado, com Assessoria de Imprensa do senador Humberto Costa

McDonald s pode ser multado em R$ 30 mi por burlar lei trabalhista

 
 
 
A empresa Arcos Dourados, que administra 640 restaurantes da rede de fast food McDonald’s no país (75% do total), terá nesta segunda-feira (25) a última chance de apresentar ao Ministério Público do Trabalho uma proposta que regularize direitos trabalhistas dos funcionários, entre eles horários fixos e pagamento do salário mínimo. Caso as negociações não avancem, órgão pedirá multa de R$ 30 milhões por dano moral coletivo.
Já ocorreram outras duas reuniões, em outubro e novembro do ano passado, sem avanços na proposta. As denúncias contra a rede, que começaram em Pernambuco, concentram-se principalmente em irregularidades na jornada de trabalho. Além dos funcionários terem a chamada jornada variável móvel, na qual eles começam a trabalhar cada dia em um horário – o que os impede de realizar outras atividades –, para muitos o início da jornada começa a contar a partir o retorno do horário de almoço.

De acordo com investigações do MPT, o funcionário assina contrato de trabalho, mas não sabe qual é sua jornada nem o tempo diário de permanência na loja. Além disso, a rede é acusada de não pagar o salário mínimo e de proibir os funcionários de sair da loja durante o intervalo, o que faz com que eles sejam obrigados a fazer a refeição no local de trabalho.

A expectativa do Ministério Público, de acordo com a assessoria de imprensa, é que a empresa apresente uma proposta de regularização. Caso isso não ocorra, o órgão manterá ação civil pública em que pede R$ 30 milhões de multa por dano moral coletivo e ingressará com outras ações judiciais contra a rede.

A Arcos Dourados informou, via assessoria de imprensa, que fará as adaptações necessárias para cumprir as leis trabalhistas, caso se comprove necessário. Em nota, a empresa informou que é “há 14 anos consecutivos escolhida pelo Instituto Great Place to Work como uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil" e "é reconhecida por suas boas práticas trabalhistas e por cumprir todas as normas e legislações do país".


Por Sarah Fernandes, da Rede Brasil Atual

Violência cresce em São Paulo e governo mascara números em site




Foram 416 casos, com 455 vítimas. Em uma mesma ocorrência pode haver mais de uma morte. No mesmo período de 2012, foram 356 casos e 386 mortos.

Em janeiro do ano passado, o secretário da Segurança Pública de Alckmin era Antonio Ferreira Pinto, que caiu em outubro de 2012 em meio ao aumento de assassinatos. Procurado para comentar a alta da violência, o novo secretário, Fernando Grella Vieira, não retornou.

A secretaria divulgou no site análise diferente dos homicídios. Em vez de comparar com o mesmo período de 2012, como prevê seu Manual de Interpretação da Estatística de Criminalidade, a pasta comparou janeiro com dezembro. Nessa perspectiva, não houve aumento de ocorrências, mas uma queda de 21%.

O manual diz que "índices criminais estão sujeitos às variações climáticas, sazonais e irregulares" e cita o verão (mais gente na rua, por mais tempo) e as férias escolares.

Grella assumiu a secretaria depois de a escalada da violência levar 2012 a ser o primeiro em cinco anos em que a taxa de homicídios superou os 11 casos por 100 mil habitantes. A meta do governo é índice inferior a 10.

No ano passado, mais de cem policiais militares foram mortos como uma possível reação do crime organizado. Nos 12 meses do ano passado, havia em média 14,2 mortes ao dia. No mês passado, a média foi de 13,4. A Grande São Paulo foi a região que teve o maior aumento de casos de homicídios em janeiro (24,2%). Na capital, o índice foi muito parecido com o do Estado (16,6%).

Dos 20 crimes analisados pela secretaria, seis não subiram em janeiro - entre eles, homicídio culposo (-68%) e roubo de carga (-1,5%). As maiores altas foram latrocínio (61%) e estupro (20%).

Para a diretora do Instituto Sou da Paz, Luciana Guimarães, o aumento da criminalidade é reflexo do enfraquecimento da Polícia Civil, que não tem conseguido esclarecer tantas ocorrências.

"Em Nova York todos os crimes são investigados. Aqui, o governo só divulga a quantidade de investigações abertas, mas não quantas foram concluídas. Se um crime não é investigado, cria-se uma sensação de impunidade que favorece a prática de outros crimes", afirmou.

Por Portal Vermelho, com informações da Folha de S. Paulo

O "soft power" brasileiro





Londres conseguiu, no período da Olimpíada, construir uma imagem bastante positiva da Inglaterra. Trabalha agora para manter e ampliar esta conquista. Foca nas parcerias e presença cultural que possam gerar este tipo de dividendo no mundo.

Assim como as pessoas desenvolvem -às vezes com muito esforço- uma forma de expressão e conexão com o mundo, os países também constroem imagem e cara.

Podem provocar simpatia, implicância, admiração, desinteresse ou repulsa. No caso de países, esses sentimentos são formados pela atratividade de sua cultura, ideais e práticas políticas externas e internas. Quando essas políticas aparecem como legítimas aos olhos dos outros, o "soft power" daquele país cresce.

Além de suas capacidades militares e técnicas mesuráveis e visíveis, os países, cada vez mais, se esforçam para mostrar qualidades imateriais -veja a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) premiando o frevo como patrimônio imaterial.

Isso se chama "soft power". Se for suficientemente atraente, funcionará como uma luz que conquistará visitantes, investidores e sonhadores. Quando o conjunto é de tal monta consistente, pode exercer extraordinário poder (soft power) como Hollywood em relação aos EUA, a moda e a gastronomia na França, os monumentos históricos da humanidade na Itália e na Grécia...

Trata-se, porém, muito mais que cinema, comida ou monumentos. São valores, posições históricas, políticas externas e autoridade moral que, no conjunto, geram admirações e sonhos.

Com a projeção internacional do Brasil como nova potência econômica agregada ao já admirados futebol e Carnaval mais o interesse despertado por um país que diminuiu a desigualdade social ao eleger um operário para presidente e logo após uma mulher, temos a oportunidade única de fortalecer nosso "soft power" no cenário internacional.

Esse conceito foi criado por Joseph Nye, professor da Universidade Harvard, que define a capacidade de um país influenciar relações internacionais, exercer um papel de encantamento e sedução através de qualidades "softs", em especial manifestações culturais fortes e diversas. O termo se contrapõe ao poder militar chamado "hard power".

Países que já entenderam este "poder" investiram na transmissão de sua língua e presença cultural no exterior. A Inglaterra com o British Council, Alemanha com o Instituto Goethe, a França com a Aliança Francesa, Portugal com o Instituto Camões, a China com mais de mil institutos Confucio. Instituições que vão muito além do ensinamento do idioma.

Esses investimentos (o que temos de bom, o que produzimos para o mundo como cultura) ocorreram quando a maioria desses países começaram a perder suas colônias e precisavam aumentar seu comércio. Nós somos um país emergente, o único sem poderio bélico, mas que está descobrindo outra forma de inserção.

Essa é, acredito, a grande oportunidade de consolidação e ampliação de nossa força como potência atraente para comércio, investimentos e turismo. Temos, portanto, o desafio de somar e coordenar esforços numa articulação estruturada que tenha a capacidade de envolver agentes públicos e privados.

Com o mundo em transformação tão rápida, o desejo de desvendar o diferente, a procura do lazer pelos povos mais afluentes, a mobilidade e fome por conhecimento, sobretudo pela juventude, vislumbramos a condição de exercermos importante e decisiva atração no mundo. O Ministério da Cultura estuda os melhores instrumentos para a potencialização desta oportunidade, agora acentuada pelas janelas que serão a Copa e a Olimpíada.

*Marta Suplicy, 67, é ministra da Cultura. Foi prefeita de São Paulo (2001-2004), ministra do Turismo (2007-2008) e senadora (2011-2012).

**Artigo Publicado originalmente no Jornal Folha de São Paulo, disponível em 24/02/2013.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Receita da Vovó: Bolinho de batata com sardinha


Ingredientes

  • 5 batatas
  • 1 ovo
  • 1 lata de sardinha
  • Farinha de trigo o suficiente para deixar a massa durinha
  • Sal a gosto
  • Farinha de rosca para empanar
  • Óleo para fritar

Modo de Preparo

  1. Cozinhe as batatas com o sal
  2. Após cozidas amasse-as e reserve, fica melhor se deixar descansar por cerca de 1 hora
  3. Escorra a sardinha e amasse com um garfo
  4. Misture a batata amassada, a sardinha o ovo, e dê liga a essa massa com a farinha de trigo
  5. Faça bolinhos e passe-os na farinha de rosca
  6. Frite em óleo quente

Humor: Tirinhas engraçadas
























Pelo regulamento, Corinthians pode até ser eliminado da Libertadores; veja os nomes dos 12 presos

 
 
A morte de um garoto de 14 anos torcedor do San Jose, da Bolívia, na noite de quarta-feira, pode até levar à eliminação do Corinthians da Libertadores da América. Isso caso seja confirmado que o objeto disparado contra tenha partido da torcida alvinegra no estádio Jesús Bermúdez, em Oruro.

É o que prevê o regulamento da competição, que trata deste tipo de situação em seu artigo 10 e coloca as punições no 18. Vale destacar que uma possível exclusão de um time por conta de um episódio assim já constava do regulamento de 2012, logo, não é uma novidade como noticiado em alguns sites.

A Conmebol tem Tribunal de Disciplina e Câmara de Apelações, órgãos que entraram em vigor no final de janeiro deste ano e que devem tomar conta do caso. Até às 10h03 da manhã desta quinta, a entidade não se manifestara sobre o assunto em sua página oficial.

Doze corintianos foram presos ainda no estádio pela polícia boliviana, que afirma ter visto o sinalizador ter partido de um grupo de fãs alvinegros. Os nomes dos detidos foram divulgados na manhã desta quinta:

- Cleuter Barreto Barros - 24 anos
- Clever Souza Clous - 21 anos
- Daniel Silva de Oliveira - 27 anos
- Fávio Neves Domingos - 32 anos
- Hugo Nonato - 27 anos
- José Carlos da Silva Júnior - 20 anos 
- Leandro Silva de Oliveira - 21 anos
- Marco Aurélio Mecere - 31 anos
- Rafael Machado Castilho Araújo - 18 anos
- Reinaldo Cohelo - 35 anos
- Tadeu Macedo Andrade - 30 anos - 
- Tiago Aurélio dos Santos Ferreira - 27 anos

Artigo 11
Associações e clubes podem ser punidos por comportamento inadequado da torcida

- Invasão ou tentativa de invasão de campo;
- Objetos atirados ao campo;
- Usar sinalizador, fogos de artifício ou qualquer outro objeto pirotécnico;
- Gestos, palavras, objetos ou outro meio para transmitir mensagem inapropriada em um evento esportivo, sobretudo se for de natureza política, ofensiva ou provocativa
- Causar estragos
- Qualquer falta de ordem ou disciplina que se possa cometer dentro do estádio ou em suas proximidades

As possíveis punições são colocadas no artigo 18
Advertência, repreensão, multa (de não menos do que 100 dólares ou mais que 200 mil dólares), anulação ou repetição de jogo, perda de pontos, determinação do resultado de jogo, atuar com portões fechados, proibição de jogar em um estádio ou no país, exclusão da competição (atual ou em edições futuras), perda de titulo ou prêmio, rebaixamento, perda de licença.


Cursos de tecnologia atraem estudantes da região noroeste do estado



Buscar conhecimento faz toda a diferença na vida de quem quer se tornar um bom profissional. Tempo e dinheiro também são importantes quando o assunto é a carreira. Por isso, cada vez mais surgem cursos superiores de curta duração na região.

Eles formam o estudante como tecnólogo, duram três anos e oferecem oportunidades que se encaixam na vida moderna.

O tempo menor de curso e a rápida colocação no mercado de trabalho tem atraído um público cada vez maior. Segundo o último levantamento do MEC, em 2011, cerca de 60 mil alunos se matricularam nos cursos tecnólogos no Brasil. Em um de informática para negócios, da Fatec, os estudantes saem com emprego garantido.

No estado de São Paulo, as Fatecs, Faculdades de Tecnologia, oferecem mais de 60 cursos tecnólogos de graça sobre temas atuais e que estão em alta no mercado. Para entrar em uma das 56 unidades o aluno precisa prestar vestibular. Em três anos, ele sai com diploma de curso superior.

Os vestibulares da Fatec (Centro Paula Souza) são realizados em julho e em dezembro. Este ano, as aulas do 1º semestre de 2013 começaram no dia 4 de fevereiro. O período de inscrições para a prova de julho ainda não foi divulgado. As unidades da Fatec podem ser consultadas através do site http://www.centropaulasouza.sp.gov.br/Fatec/Escolas/

Em Jales, a Fatec oferece os cursos de Agronegócio e Sistemas para internet.
Para mais informações (17) 3621-6911 / 3632-2239, Rua Vicente Leporace, 2.630, Jardim Trianom. 

Prefeita quer autorização Câmara para investir R$ 2,3 milhões na Facip



A presidente do Poder Legislativo Municipal Pérola Maria Fonseca Cardoso e o vereador Rivail Rodrigues Junior se reuniram com integrantes da comissão organizadora da FACIP 2013, na tarde de quarta-feira a pedido do vice-prefeito Pedro Callado.

Ele e parte de sua equipe participaram do encontro na Câmara Municipal, cuja a pauta, foi a apresentação do Projeto de Lei de autoria da prefeita municipal Eunice Mistilides Silva autorizando o Poder Executivo Municipal a abrir crédito adicional especial no valor de R$ 2.300.000,00 (Dois milhões e trezentos mil reais). O referido Projeto deverá ser discutido e votado na próxima Sessão Ordinária.

De acordo com a comissão, este montante será utilizado para realização da 44ª Feira Agrícola, Comercial, Industrial e Pecuária de Jales e será compensado com a receita oriunda do evento.

A Câmara irá discutir o Projeto com todos os vereadores e tomará as providências necessárias. 


Você concorda em investir este valor na Facip com tantas coisas para se fazer como recapeamento de ruas, infraestrutura do distrito industrial 3, saúde, entre outros?

Qual deve ser o poscionamento do seu vereador?

Consumo de medicamento para transtorno de déficit de atenção aumenta 75% entre crianças e adolescentes



Brasília - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou esta semana estudo mostrando que o uso do metilfenidato, medicamento usado no tratamento do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), aumentou 75% entre crianças e adolescentes com idade de 6 e 16 anos de 2009 a 2011. Ampliando a faixa etária entre 6 e 59 anos, houve um aumento de 27,4% no mesmo período.
Apesar disso, de acordo com o psiquiatra da infância e adolescência Guilherme Polanczyk, membro da Associação Brasileira de Déficit de Atenção (Abda), mesmo com o aumento, o consumo do medicamento é insuficiente para suprir as necessidades das crianças que têm esse transtorno no país.

O estudo cita que no primeiro semestre de 2011 houve um consumo médio do metilfenidato entre crianças e adolescentes no Brasil de 19,7 caixas para cada mil crianças. “Por meio de estudos que avaliam o número de crianças que têm a doença no Brasil e considerando que todas as caixas vão para pessoas com TDAH, não mais do que  20% das pessoas estariam recebendo tratamento”, diz Polanczyk. O especialista diz que o medicamento também é usado para outros tratamentos, como depressões mais graves, mas em baixa proporção.

Segundo Polanczyk, que também é professor de psiquiatria da infância e adolescência da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, estima-se que no Brasil cerca de 5% das crianças e adolescentes sofrem de TDAH e o aumento do consumo do metilfenidato mostra um “maior reconhecimento e diagnóstico da doença”. Segundo informou a Anvisa, o TDAH afeta de 8% a 12% das crianças no mundo.
O metilfenidato é um medicamento de tarja preta, ou seja, só pode ser comprado com receita médica. A tarja traz o alerta de que o medicamento pode causar dependência física ou psíquica. Segundo o levantamento da Anvisa, entre os prescritores do medicamento, há um predomínio de médicos que se dedicam à assistência à criança e ao adolescente e dos que tratam de distúrbios estruturais do sistema nervoso.

De acordo com a Anvisa, o TDAH é um dos transtornos neurológicos do comportamento mais comuns da infância. Segundo Polanczyk, o TDAH é um transtorno com inicio na infância e que uma boa proporção das pessoas tem uma melhora dos sintomas quando entram na vida adulta, mas alguns permanecem com dificuldades. Entre os adultos cerca de 3% têm TDAH.

João* mora em Brasília, tem 36 anos e recebeu o diagnóstico de que tem TDAH há um ano. “Eu não conseguia ler um livro, nem sobre assuntos pelos quais me interessava. Lia até a quarta página e depois tinha que voltar porque não havia compreendido. Por algumas vezes atravessei rua lendo mensagem no celular totalmente distraído”, diz. Ele toma metilfenidato desde maio de 2012 e percebeu o impacto do remédio na sua vida desde o início. “Agora eu consigo ler um livro normalmente”.

João diz que foram feitos vários testes e exames para saber se ele teria alguma contraindicação com relação ao remédio. “Comecei tomando 5 mg [miligramas], hoje tomo 30 mg por dia e me sinto bem”.

No Distrito Federal, onde foram comercializados em 2011 mais de 114 caixas do medicamento para cada mil crianças, foi registrado o maior consumo de metilfenidato no triênio estudado pela agência. Para a coordenadora do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC) da Anvisa, Márcia Gonçalves, o estudo feito contribui para identificar possíveis sinais de distorção de uso dos produtos e no trabalho em estratégias e enfrentamento do problema.

Dificuldade de prestar atenção, controlar comportamen­tos impulsivos e, em alguns casos, hiperatividade são alguns dos sintomas de quem tem TDAH. Para a Anvisa, o diagnóstico do TDAH é complicado pela ocorrência de comorbidades (ocorrência simultânea de dois ou mais problemas de saúde em um mesmo indivíduo), como dificuldades de aprendizagem, transtornos de conduta e de ansiedade, e depen­de fortemente de relatos dos pais e professores para ser identificado. Nenhum exame laboratorial confiável faz o diagnóstico desse transtorno.

"É uma doença tratável, a medicina oferece intervenções que melhoram os sintomas e que ajudam bastante no desenvolvimento. Muitas pessoas passam a ser adultos sem TDAH ou com sintomas bem mais leves", disse Polanczyk.

*Foi usado um nome fictício a pedido do entrevistado

Por Aline Leal
Repórter da Agência Brasil

Adolescentes da Fundação Casa fazem rebelião e mantêm diretor da unidade refém



São Paulo - Adolescentes da Fundação Casa, da unidade Vila Conceição, na zona leste, fazem uma rebelião desde as 9h30 de hoje (21) e mantêm o diretor da unidade como refém. De acordo com a assessoria de imprensa do órgão, a negociação com os internos está sendo feita por funcionários. Ainda não há informações sobre o motivo do motim.

A unidade Vila Conceição tem capacidade para 60 adolescentes e encontra-se totalmente ocupada. A corregedoria-geral da fundação está a caminho da unidade para auxiliar na negociação e apurar as causas da rebelião.

Por Camila Maciel
Repórter da Agência Brasil

MEC e OAB vão criar novas regras para o ensino jurídico do Brasil




Brasília – O Ministério da Educação e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) irão elaborar uma nova política regulatória do ensino jurídico do país. Em reunião, terça-feira (19), o presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado, e o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, decidiram que irão assinar no dia 11 de março um acordo de cooperação para criar novas regras para os cursos de graduação e pós-graduação em direito no Brasil.

De acordo com a OAB, a parceria servirá para que as pessoas não sejam induzidas ao erro participando de cursos de direito que não as preparam para o exercício profissional. A partir da assinatura do acordo, um grupo será formado para decidir quais serão as novas regras.

Anualmente, os cursos de direito formam cerca de 90 mil bacharéis. A qualidade da formação dos alunos não é discussão recente. Em 2012, na última edição do Exame de Ordem Unificado, de acordo com a OAB, do total de 118.217 inscritos para a primeira fase, 114.763 estiveram presentes e, destes, 19.134 foram aprovados na prova, ou seja, 16,67%.

Em 2011, o MEC suspendeu cerca de 11 mil vagas de 136 cursos de direito que tiveram resultados insatisfatórios em avaliações da pasta.

A mudança no caráter dos pareceres da OAB para a criação de cursos também será objeto de estudo do grupo. Atualmente, a Comissão Nacional de Educação Jurídica do Conselho Federal opina previamente nos processos de criação, reconhecimento ou credenciamento de faculdades no MEC.

Por Mariana Tokarnia
Repórter da Agência Brasil

Lucro do Banco do Brasil cresce 0,7% em 2012 e chega a R$ 12,2 bilhões



São Paulo - O Banco do Brasil obteve um lucro líquido de R$ 3,967 bilhões no período de outubro a dezembro do ano passado, o que representa um aumento de 33,5% comparado a igual período de 2011 e de 45,5% sobre o trimestre anterior. Segundo dados divulgados hoje (21) pela instituição, no ano, o valor soma R$ 12,2 bilhões, uma alta de 0,7% em 12 meses.

O total de ativos da instituição cresceu 17,2% e chegou a R$ 1,15 trilhão. Em relação ao trimestre anterior, houve evolução de 4,2%. O bom desempenho continua sendo puxado pela ampliação da carteira de crédito, que alcançou R$ 581 bilhões, uma expansão de 9,1% sobre o trimestre anterior e de 24,9% em 12 meses.

Ao mesmo tempo, ocorreu queda nos índices de inadimplência. A taxa de compromissos não honrados por um período superior a 90 dias passou de 2,19% (no terceiro trimestre) para 2,05% (no quarto trimestre), enquanto no sistema financeiro nacional o percentual aumentou de 3,6% para 3,64% no período.

Por Marli Moreira
Repórter da Agência Brasil