quinta-feira, 6 de junho de 2013

Estado de São Paulo recusa verbas federais para alfabetização de adultos

Secretaria paulista é o única, entre as unidades da Federação, a não aderir a programa do MEC; programa local na mesma linha terceiriza recursos para ONGs

Dona Tetê
Fotos: Maurício Morais

'Aprender a ler é tudo, muda tudo', diz a estudante dona Tetê, que se esforça para ser alfabetizada
São Paulo – Depois de dez anos de estudo para realizar o sonho de aprender a ler e a escrever, Terezinha Brandolim, de 82 anos, se viu sem alternativa no começo deste ano: a escola em que estudava, no município paulista de Ribeirão Preto, fechou as duas turmas de Educação de Jovens e Adultos (EJA) na qual estudavam pessoas de todos os níveis de escolaridade.

Com a impossibilidade de a mãe continuar os estudos, sua filha, Maria Zulmira de Souza, convidou-a para ficar em São Paulo, onde mora. “Mas todas as escolas aqui perto estavam fechando seus cursos de alfabetização”, conta. Ela, então, contratou uma professora particular, que dá aulas para "dona Tetê" três vezes por semana. “Resolvi fazer esse esforço porque deixei muito tempo na mão do governo, que dizia dar conta, mas não funcionava.”

Dona Tetê faz parte do conjunto de 1,7 milhão de paulistas adultos que não sabem ler nem escrever, total equivalente à população de Curitiba. Ainda assim, São Paulo, segundo o Ministério da Educação (MEC), foi o único estado do país a não aceitar recurso do governo federal para alfabetização de adultos pelo Programa Brasil Alfabetizado neste ano. A verba, que varia segundo o número de alfabetizandos e alfabetizadores, poderia ser usada para pagamento de professores e coordenadores, além da aquisição de materiais pedagógicos para as aulas.

Com adesão das demais 25 secretarias de Educação (mais o Distrito Federal), o programa do MEC atende hoje 959 prefeituras. O objetivo é chegar ao final de 2013 em 3.359 municípios e 1,5 milhão de pessoas.
A Secretaria de Educação de São Paulo informou que o estado possui seu próprio programa na área, o Alfabetiza São Paulo, que atende a 25 mil alunos em 38 municípios, entre eles a capital paulista e Ribeirão Preto.

A verba para o projeto neste ano é de R$ 8.879.916. O montante não está discriminado no Orçamento do estado por, segundo a secretaria, estar incluído no Programa de Inclusão de Jovens e Adultos na Educação Básica, que atende a todas as etapas do ensino. O dinheiro, no entanto vai para ONGs, e não para as prefeituras.

As ONGs, segundo nota da secretaria, fazem uma “uma ação complementar ao trabalho que já deve ser realizado pelas administrações municipais”.

A secretaria reforçou que a alfabetização faz parte dos anos iniciais do ensino fundamental, de responsabilidade dos municípios, que ficaram livres para aderir ao programa federal. Apesar do programa estadual, 40 prefeituras paulistas aceitaram o apoio, com o qual 11.954 pessoas devem estudar neste ano. O ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab (PSD) não aderiu ao Brasil Alfabetizado no ano passado, o que possibilitaria sua implementação em 2013.

O especialista em Educação de Jovens e Adultos da ONG Ação Educativa, Roberto Catelli, questiona o programa. “O Alfabetiza São Paulo não dá conta da demanda. Está longe de dar, por isso, o estado não deveria deixar de aceitar ajuda”, avalia. “Um programa não inviabiliza o outro, pelo contrário.”
Ribeirão Preto, onde mora dona Tetê, participa dos dois programas. “O estado defende que o percentual de analfabetos é baixo, mas em número absolutos é muito alto. Só na cidade de São Paulo são 300 mil, segundo dados do Censo de 2010, quase a população da cidade mineira de Uberaba”, afirma.

Catelli lembra também que o Brasil Alfabetizado, do governo federal, peca na falta de avaliação dos resultados alcançados e por não propor meios de os alunos continuarem estudando depois de alfabetizados. “Temos dados que provam que menos de 10% continuam na escola”, afirma.

Esforço reconhecido

Segundo Maria Zulmira, filha de dona Tetê, ela avançou muito de janeiro, quando começou a ter aulas particulares, até agora. “A gente sai na rua e eu tento ler as placas”, conta Tetê. “Qual aquela que você leu que me deixou emocionada?”, pergunta Maria Zulmira. “Imperatriz”, respondeu a mãe, orgulhosa.

“Fui em muitas escolas municipais e estaduais, mas era muito difícil”, conta dona Tetê. “Quando eu estava na escola, as professoras davam mais atenção para quem estava sabendo mais. Ela dava exercício que nem para criança e depois, no mesmo instante, dava aqueles problemas grandes, com contas muito fortes. Eu não fazia nem as pequenas quanto mais as grandes... Aí eu só copiava... cheguei até a chorar na escola.”
Dona Tetê, natural do município de Monte Azul Paulista, a 420 quilômetros de São Paulo, não pôde seguir seus estudos na infância por ter de ajudar os pais, dois colonos agricultores, nos períodos de colheita. “Sempre tive vontade de voltar a estudar. Mesmo depois de casada tive que trabalhar muito. Meu marido e meus filhos tentaram ajudar, mas a gente ficava só um pouco no estudo e depois tinha que voltar para a roça”, conta.

“Aprender a ler é tudo, muda tudo. Eu fico em casa de noite sozinha, sentada no sofá, olhando a televisão. Só tem a TV e eu não gosto muito. Mas, se eu soubesse ler, eu pegava um livro ou escrevia algo”, diz. “Quando eu aprender, quero fazer a leitura da igreja para todo mundo ouvir”, planeja. Outra vontade é retornar para Ribeirão Preto, para estar mais perto da família e dos amigos.

“Eu já chorei muito pela falta da leitura. Chegam as correspondências em casa e eu tenho que dar para os outros lerem. Quando meu marido morreu, há 30 anos, tive que buscar trabalho sem saber ler. Eu só fazia limpeza e trabalhava na roça. Faz falta, muita falta.”

Para Maria Zulmira, alfabetizar a mãe virou um desafio pessoal. “Eu faço questão de contar a história da minha mãe porque eu imagino que essa deva ser a história de muitas outras pessoas. Deve haver tanta gente adormecida que nem minha mãe. Quantos artistas e escritores poderiam ter sido produzidos neste país? Quantas pessoas poderiam ter tido a oportunidade de realizar seus sonhos?”

Fonte: Rede Brasil Atual

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Campanha de vacinação contra a paralisia infantil começa no próximo sábado (8)




A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite começa neste sábado (8) com a meta de vacinar 12,2 milhões, o que corresponde a 95% da população alvo de 12,9 milhões de crianças no País. A campanha será encerrada no dia 21 de junho. 
Para a campanha deste ano, estão sendo distribuídas 19,4 milhões de doses da vacina oral para os 115 mil postos de saúde. Pontos de vacinação itinerantes também estarão funcionando em todo o País. É importante que as mães levem a carteira de vacinação.

Ao lançar a 34ª Campanha Nacional de Vacinação, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou o poder de mobilização para a vacina chegar a todas as regiões. “Em muitos países, o vírus da paralisia infantil ainda circula, por isso é importante mantermos as nossas crianças protegidas do vírus. A ações do Programa Nacional de Imunizações (PNI), com a ampliação da oferta de vacinas, têm demonstrado a capacidade do Sistema Único de Saúde (SUS) de atingir os grupos alvos dos calendários de vacinação”, ressaltou.

O último caso de poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, foi registrado no Brasil em 1989. O País recebeu da Organização Mundial da Saúde (OMS) o certificado de erradicação da doença em 1994.
O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, alerta sobre a necessidade de manter as crianças imunizadas e não “baixar a guarda” diante da doença. “Essa vacinação oral é extremamente importante para conseguirmos alcançar a eliminação global da poliomielite. Além do risco de pessoas virem de países onde tem transmissão, já foi observado, em países das Américas que começaram a acumular baixa cobertura vacinal, que isso termina favorecendo a circulação de vírus que produziram casos de pólio”, disse.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, alertou ainda, para que as mães aproveitem a ida ao posto de saúde para colocar o cartão de vacinação das crianças em dia. “É também uma chance de a família checar se o calendário de vacinas da criança até 5 anos de idade está em dia e, se não tiver, poder programar no posto de saúde qual o melhor dia para atualizar suas vacinas”, disse.

A advogada Ingrid Militão Carneiro Leonis é mãe de Maria Eduarda e Ana Luísa de 6 e 3 anos de idade e jamais perde uma campanha de vacinação. Para ela, elas são de extrema importância para imunizar as crianças de doenças que podem ser evitáveis. "No caso da Poliomielite, sei que o pior risco é a paralisia das pernas e que a doença pode levar à morte. Minha filha de 6 anos recebeu anualmente o reforço da vacina até os 5 anos de idade e a de três receberá da mesma forma". Ela lembra ainda da importância da atualização da caderneta. "O melhor da campanha é também ter a oportunidade de atualizar a caderneta de vacinação, pois os profissionais sempre nos instruem sobre quais as vacinas precisam ser tomadas", afirma. 

Prevenção
Vale lembrar que não existe tratamento para a poliomielite, mas somente a prevenção, por meio da vacinação. A vacina protege contra os três sorotipos do poliovírus 1, 2 e 3. A eficácia da imunização é em torno de 90% a 95%. Ela é recomendada mesmo para as crianças que estejam com tosse, gripe, coriza, rinite ou diarreia.

A vacina é extremamente segura e não há contraindicações, sendo raríssimas as reações associadas à administração da mesma. Em alguns casos, como, por exemplo, em crianças com infecções agudas, com febre acima de 38ºC ou com hipersensibilidade a algum componente da vacina, recomenda-se que os pais consultem um médico para avaliar se a vacina deve ser aplicada.

Poliomielite

A poliomielite é uma doença viral, causada por poliovírus e subdivide-se em três sorotipos (1, 2 e 3). É altamente contagiosa, e afeta principalmente crianças menores de 5 anos de idade. O vírus é transmitido através de alimentos e água contaminados e se multiplica no intestino, podendo invadir o sistema nervoso. Muitas pessoas infectadas não apresentam sintomas da doença (febre, fadiga, cefaleia, vômitos, rigidez no pescoço e dores nos membros), mas excretam o vírus em suas fezes, portanto, podem transmitir a infecção para outras pessoas.

Falta de higiene e de saneamento na moradia, além da concentração de muitas crianças em um mesmo local, favorecem a transmissão. O período de incubação (tempo que demora entre o contágio e o desenvolvimento da doença) é geralmente de 7 a 12 dias, podendo variar de 2 a 30 dias. A transmissão também pode ocorrer durante o período de incubação.
Saiba mais sobre a doença através do link 




Fonte: Brasil.gov.br

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Cuba e Argentina desenvolvem vacina contra câncer de pulmão




Cientistas e pesquisadores argentinos e cubanos desenvolveram uma vacina que ajuda a combater o câncer de pulmão. O medicamento, resultado de 18 anos de pesquisa, começa a ser comercializado na Argentina em julho. Laboratórios de 25 países, entre eles o Brasil, México e Uruguai estão interessados em obter a licença de fabricação.

“A vacina reativa o sistema imunológico do paciente, para que ele possa criar anticorpos contra as células cancerígenas”, explicou, em entrevista a Agência Brasil, o médico Daniel Alonso, um dos pesquisadores argentinos. “Não substitui tratamentos existentes, como quimioterapia ou radioterapia. Mas contribui para aumentar a sobrevida do paciente”, disse.

Segundo Alonso, a maioria dos pacientes só descobre que tem a doença quando o câncer no pulmão está em estado avançado. Como os tumores são provocados por células do próprio organismo, que sofreram mutação, o sistema imunológico não detecta um corpo estranho e, portanto, não reage. Os médicos usam quimioterapia e radioterapia para matar as células cancerígenas, mas os dois tratamentos também destroem outros tecidos.

O câncer de pulmão é um dos mais agressivos e mata 1,38 milhão de pessoas por ano no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Agricultura Familiar: Recursos do Pronaf cresceram 300% em 10 anos


O Pronaf em nossa região tem cerca de quase 4.500 agricultores cadastrados que são atendidos pelo programa que ajuda no fortalecimento da Agricultura Familiar em nossa região, veja a notícia abaixo:



Um aumento de 300% no volume de recursos investidos e mais de 2,5 milhões de agricultores familiares beneficiados. Os números fazem parte do balanço do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar nos últimos dez anos. Na safra 2003-2004, o programa recebeu investimentos de R$ 5,4 bilhões e, hoje, os recursos chegam a R$ 18 bilhões.

Mais que um instrumento de garantia de crédito aos pequenos produtores rurais, o Pronaf tem se mostrado uma oportunidade para que estes trabalhadores coloquem em prática seus projetos de desenvolvimento, suas expectativas de renda e mudança de vida. Isso porque, além de crescer, neste período o programa também se diversificou, com a abertura de possibilidades de investimento em infraestrutura e maquinário ou para o apoio à comercialização dos seus produtos, o que contribuiu para que a política se tornasse mais efetiva.

“Além do crédito ter crescido em volume e em números de contratos, ele teve uma abrangência mais nacional. Criaram-se, ao longo da década, linhas importantes como o Agroecologia, o Agroindústria e o Semiárido; bem como instrumentos para dar proteção aos agricultores que é o Seguro da Agricultura Familiar, o Programa de Garantia de Preços (PGPAF) e o Garantia-Safra, além de contar com a política de Ater para a assistência na produção dos agricultores”, avalia o secretário da Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA), Valter Bianchini.

Na avaliação do secretário, essas mudanças conquistadas ao longo de dez anos fizeram do programa uma referência. “O Pronaf é hoje uma referência, pelas linhas de financiamento e pela diversidade de instrumentos que ele tem. Instrumentos esses conseguidos em parcerias com vários movimentos sociais organizados, que nos ajudam a aprimorar o Pronaf e a qualificar o que já existe. Por meio de uma política como essa, nós chegamos a todos os municípios brasileiros”, ressalta.

Programa atende agricultores com renda bruta anual até R$ 160 mil
Para acessar uma das 16 linhas de financiamento do Pronaf, o agricultor deve, primeiramente, avaliar com a família o projeto que deseja desenvolver na propriedade. Pode acessar o Pronaf o agricultor identificado com a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP).

Com o documento em mãos, o produtor deve procurar o apoio da empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) do município para elaborar o Projeto Técnico de Financiamento, que deve ser encaminhado para análise de crédito e aprovação do agente financeiro (banco). O agricultor que quer contratar o Pronaf precisa ter renda bruta anual de até R$ 160 mil.

Se o projeto for aprovado, o agricultor familiar está apto a acessar o recurso e começar sua iniciativa. O financiamento também pode ser acessado por produtores organizados em cooperativas ou associações, devidamente formalizadas com a DAP jurídica.

O Pronaf é o programa de crédito do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) que permite acesso a recursos financeiros para o desenvolvimento da agricultura familiar. Beneficia agricultores familiares, assentados da reforma agrária e povos e comunidades tradicionais, que podem fazer financiamentos de forma individual ou coletiva, com taxas de juros abaixo da inflação (até 4%).

Facilita a execução das atividades agropecuárias, ajuda na compra de equipamentos modernos e contribui no aumento da renda e melhoria da qualidade de vida no campo. Atualmente, são 16 linhas de crédito e investimento do Pronaf que atendem mulheres, jovens, assentados da reforma agrária, produtores rurais, além de povos e comunidades tradicionais.

Por Portal Planalto com informações do Ministério do Desenvolvimento Agrário

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Resultado financeiro até o momento da Expô de Fernandópolis assusta, e pode refletir na Facip.




Será que as Entidades de JALES irão assumir tamanho risco para a realização da FACIP?
Eu se fosse elas adotaria a postura de que o melhor para Jales é tercerizar a festa para quem quer ganhar dinheiro com ela e o lucro desta tercerização que seja dividido entre as entidades.

Tal ação não daria dor de cabeça e nem desperdício de receita para a prefeitura e daria um certo lucro paras as entidades, que ainda teriam a oportunidade de se instalarem na festa como em todos os ano para obterem lucro. #FICADICA!!!



 Veja abaixo a reprodução da matéria que está no site: Região Noroeste


A Expô Fernandópolis vai socorrer a Santa Casa ou a Santa Casa irá socorrer a Expô? Essa é uma pergunta que tem que ser feita aos organizadores da Expô Fernandópolis 2013. Até esta segunda-feira, o prejuízo acumulado ultrapassou a casa dos R$ 1,1 milhão de reais.

Os dados são públicos e estão disponíveis no portal transparência no próprio site da Prefeitura, identificados nos itens receita e despesa. Até agora foram arrecadados cerca de R$ 1,3 milhão com vendas de permanentes, ingressos, camarotes, terrenos, publicidade, patrocínios, inscrições para modalidades no rodeio e outros valores arrecadados.

Na despesa da Expô estão lançados, na pasta da secretaria de Cultura, o pagamento para contratações de shows, som, palco, iluminação, premiações, tropas, locutores, Ecad e outros itens necessários para a realização da festa. Essa despesa ultrapassou a o valor de R$ 2,5 milhões de reais que saíram dos cofres públicos, pagos com o dinheiro do contribuinte que ainda teve que pagar para entrar no recinto.

A contabilidade da festa ainda não está fechada, mas os números sempre mudam para cima ou para baixo, dependendo do que há a receber e outras despesas que sempre aparecem de última hora. A comissão tem, por lei, um prazo de 90 dias para prestar contas aos vereadores e à população.

O RN tentou falar com o presidente, empresário Renato Colombano, sobre o assunto, mas ele não atendeu a ligação e também não retornou ao telefone.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

APAFUJ completa 16 anos de lutas, histórias e sucesso!

 
 
APAJUF – Associação de Pais e Amigos do Futsal completa hoje, dia 23 de maio de 2013, dezesseis anos de existência. Desde de sua fundação em 23 de maio de 1997, a associação vem trabalhando com projetos voltados para as crianças e adolescentes entre os 5 e 18 anos incompletos. Desde o início, a ideia principal desta entidade seria de que não estaria somente apoiando os jovens no lado esportivo com o futsal, mas também no lado social. O responsável pela criação da Associação foi o Odair Martins Batista, junto com alguns amantes do esporte: Wagner Martha, Odair Carlos de Oliveira(Chaleira), Jair Chiaparini, Rubens Gonçalves, Edson Nakano, Ilson Colombo e outros mais.

CATEGORIAS
Atualmente a APAFUJ atende mais de 200 crianças e adolescentes em seu projeto, distribuídos em categorias por idade, as quais são: Sub-7 (5 a 7 anos), Sub-9 (8 e 9 anos), Sub- 11 (10 e 11 anos), Sub-13 (12 e 13 anos), Sub-15 (14 e 15 anos) e Sub-17 (16 e 17 anos). Além dessas categorias, desde 2011 a APAFUJ tem dentro da escolinha o futsal feminino, com faixa etária de 11 a 16 anos. Tiago Luis de Melo (Tiago karikatura) e Fernando Pêgolo Alves são os professores e responsáveis pelo ensinamento esportivo da garotada da Escolinha da APAFUJ.

CAMPEONATOS 
Entre os campeonatos que a APAFUJ participou, os mais importantes foram: o Campeonato Paulista de Futsal – Categorias Menores; Campeonato Troféu Piratininga; Copa TV TEM; Copa BAND; Joguinhos da Juventude; Campeonato “Bom de Escola, Bom de Bola”.
ENSINO NA ESCOLINHA DE FUTSAL

O ensinamento e acompanhamento é feito pelos professores com o apoio dos familiares dos alunos. As aulas são realizadas 3 vezes por semana em horário inverso ao da escola. 
Durante as atividades e campeonatos é solicitado o acompanhamento dos pais e familiares, principalmente nas categorias nos quais os alunos são menores de 13 anos. Os professores orientam sobre a postura dos alunos, relação com outras crianças durante as atividades e durante os campeonatos. Além disso a orientação técnica voltada para o Futsal acaba prevalecendo na maior parte do tempo.

NOMES DESTAQUES DA APAFUJ 
Entre os destaques que saíram da APAFUJ, o jogador William, do Sport Club Corinthians Paulista é um dos principais. Willian Siqueira passou pelas categorias da APAFUJ, inclusive conquistando títulos importantes, no entanto outros nomes estão se destacando no Brasil e fora dele, a exemplo de Jhonattan na equipe Goiás ( futebol de campo ), e no exterior, Luis Paulo e Vladimir de Paula, jogadores de
futsal na Itália.
 
 
 

terça-feira, 21 de maio de 2013

Câmara define membros da CEI que irá investigar a 44ª FACIP



 
da esquerda para direita: Luís Rosalino, Sérgio Nishimoto e Gilberto de Morais
Foto: Câmara Municipal de Jales

A Câmara Municipal de Jales definiu, após terem sido indicados pelos seus partidos políticos, os membros que integrarão a CEI – Comissão Especial de Inquérito – que irá investigar eventuais irregularidades nas contratações, recebimentos e pagamentos da 44ª FACIP – Feira Agrícola, Comercial, Industrial e Pecuária de Jales.

Na manhã de ontem, segunda-feira, 20 de maio, os membros da CEI se reuniram com o assessor jurídico do Legislativo, o advogado José Antônio Martins Oliveira, a fim de decidir os cargos que ocuparão na Comissão.

A CEI da 44ª FACIP ficou composta pelos vereadores Gilberto Alexandre de Moraes – presidente, Sérgio Yoshimi Nishimoto – vice-presidente e Luís Fernando Rosalino – relator.
Na mesma reunião, os vereadores já deram início aos trabalhos da CEI com a apresentação de requerimentos que solicitam as primeiras informações sobre a 44ª FACIP ao Poder Executivo e à Comissão Organizadora da Feira.

A investigação será realizada acerca dos contratos referentes a grade de shows, bem como os demais contratos eventualmente firmados pela Prefeitura Municipal ou Comissão Organizadora da festa, inclusive pagamentos de multas; da arrecadação, destinação e guarda dos recursos provenientes da venda de mesas, camarotes e permanentes, bem como da sua devolução aos compradores; da origem dos recursos e pagamentos aos funcionários que prestaram serviço de limpeza e manutenção do recinto de exposições “Juvenal Geraldelli”, onde seria realizada a 44ª FACIP.

A Comissão tem o prazo de 90 dias, prorrogável por até mais 90 dias, nos termos do do Regimento Interno da Câmara de Jales, para apresentar o relatório final.


Fonte: Câmara Municipal de Jales - Jaqueline Zambon

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Vagas de Emprego em Jales


PAT – POSTO DE ATENDIMENTO AO TRABALHADOR DE JALES

            O PAT oferece os seguintes serviços à toda população:
·         Inscrição de pessoas desempregadas para tentar uma  colocação no mercado de trabalho;
·         Captação de vagas junto às Empresas;
·         Entrada no Seguro Desemprego
·         Emissão de Carteira de Trabalho.



                                                                             VAGAS DISPONÍVEIS  -  DATA  16/05/2013
OCUPAÇÃO SEXO IDADE ESCOLARIDADE EXPERIÊNCIA LOCAL DE TRABALHO
Vendedor no Comércio de Mercadorias – 02 vagas Indiferente 20 a 58 anos Ensino Médio Completo Sim Jales
Camareiro de Hotel Feminino 25 a 50 anos Ens. Fund. Completo Sim Jales
Empregado Doméstico Feminino 20 a 50 anos Ens. Fund. Incompleto Sim Jales
Motorista Carreteiro – Necessário ter curso Mopp Masculino 20 a 55 anos Ens. Fund. Completo Sim Jales
Lombador Masculino 18 a 50 anos Ens. Fund. Completo Sim Jales
Desossador Masculino 18 a 50 anos Ens. Fund. Completo Sim Jales
Açougueiro Feminino 18 a 50 anos Ens. Fund. Incompleto Sim Jales
Oficial de Serviços Gerais Masculino 16 a 17 anos Ens. Fund. Completo Sim Jales
Assistente Administrativo Indiferente 20 a 30 anos Ens. Méd. Completo Sim Jales
Recepcionista Secretária Feminino 20 a 30 anos Ens. Méd. completo Sim Jales
Repositor de Mercadorias Masculino 18 a 25 anos Ensino Médio Completo Sim Jales


As pessoas interessadas devem procurar o PAT- Posto de Atendimento ao Trabalhador de  Jales , localizado na Rua 06 n. 2163, centro, em Jales, SP.  (Próximo a Prefeitura Municipal), munidos de RG. , CPF.  e  Carteira de Trabalho para efetuarem suas inscrições.
Obs. Todos os serviços oferecidos à população são gratuitos.

Fonte: Prefeitura Municipal de Jales

 

quarta-feira, 8 de maio de 2013

O Brasil e a importação de médicos cubanos, portugueses e espanhóis



O principal motivo de reclamação dos médicos, da imprensa e do CFM seria uma suposta validação automática dos diplomas destes médicos cubanos, coisa que em momento algum foi afirmado por qualquer membro do governo. Pelo contrário, o próprio ministro da saúde, Alexandre Padilha, já disse que concorda que a contratação de médicos estrangeiros deve seguir critérios de qualidade e responsabilidade profissional. Portanto, o governo não anunciou que trará médicos cubanos indiscriminadamente para o país. Isto é uma interpretação desonesta que esta sendo feita.

Outro ponto importante o Governo disse que a tentativa é de atrair médicos cubanos, espanhóis e portugueses, estranho a reclamação partir apenas para os cubanos, de certo somente os médicos cubanos necessitam revalidar diploma né?

O país de Portugal importa médicos cubanos desde 2009, a Venezuela importou médicos cubanos também para atender sua população.

Os médicos cubanos foram para Portugal, para atender nas regiões mais longínquos, afastadas dos grandes centros, coisa aqui que os médicos brasileiros não querem.

Os cubanos foram estimulados pelo governo de Portugal, fizeram prova e foram aprovados em grande maioria . A população aprovou a vinda dos cubanos lá, no ano passado, em 2012, sob pressão popular, o governo português renovou a parceria, com amplo apoio dos pacientes. Portanto, um dos países com melhores resultados na área de saúde do mundo importa médicos cubanos e a população aprova o seu trabalho. (Pasmem)

É claro que os médicos serão avaliados, não faz sentido importar médicos de baixa qualidade para o Brasil, o país precisa ter a certeza que são profissionais qualificados, e toda prova necessária que compra isso, será feita, eles estarão sujeitos a isso.

Seria bem interessante que nossos médicos se submetessem a este exame ao final do curso de medicina também. Não seria justo que os médicos brasileiros também só fossem autorizados a exercer medicina se passassem no Valida? Se a preocupação é com a qualidade do profissional que vai ser lançado no mercado de trabalho, Porque importa se ele foi formado no Brasil, em Cuba ou China?

Eu mesmo já visitei médicos com catapora, que me deram o diagnóstico de dengue, depois de reavaliado me deram alergia por causa de algum alimento ingerido, fui medicado, e depois acabei eu descobrindo que estava com catapora, que nada do que foi falado pelos médicos da minha cidade tinha haver com a minha catapora, ou seja, que médicos foram estes que me examinaram? Uma coisa eu tenho certeza, os que me examinaram eram todos brasileiros e mostraram uma baixa qualificação profissional, senti isso na pele.

Outra ponto importante, o que será que a população nas áreas mais distantes deste país que tem dificuldade em encontrar saúde pública deve estar pensando sobre esta ação do governo? Será que eles estão contrários ou estão vibrando por esta ação do governo federal?

O governo lançou nos últimos anos o Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab), que oferece salários mensais de R$ 8 mil e pontos na progressão de carreira para os médicos que vão para as periferias. O problema é que até hoje só 4 mil médicos aceitaram participar do programa. Não é só salário, faltam condições de trabalho. O que fazemos então? vamos pedir para os mais pobres aguentar mais alguns anos até alguém conseguir transformar o SUS naquilo que todos desejam? Vira lá para a criança com diarreia ou para a mãe grávida sem pré-natal e diz para ela segurar as pontas sem médico, porque os médicos do sul e sudeste do Brasil, que não querem ir para o interior, acham que essa história de trazer médico cubano vai desvalorizar a medicina do Brasil.

Francamente, esta é uma alternativa porque os bonitões dos Médicos Brasileiros não querem entrar nas profundezas do interior do país, e existe muita gente necessitando de médicos, não adianta agora conselho ficar pagando de indignado, ou alunos de medicina ficaram jogando contra, porque até eles serão solução se todos passarem depois de muitos anos e o nosso país precisa atender esta demanda com urgência.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Operação Fratelli é uma ótima resposta a PEC's como a do Deputado Campos Machado



#OPERAÇÃO FRATELLI 

Estava aqui relembrando algumas notícias em minha memória e tive que resgatar esta:

Em minha opinião a Operação Fratelli é uma boa resposta a PEC feita pelo Deputado Campos Machado (PTB) o qual foi assinada pelos Deputados:

 Itamar Borges, Cauê Macris, Rita Passos, Roque Barbiere, Adilson Rossi , Alex Manente , Edson Ferrarini , Carlos Cezar , Luciano Batista , Celino Cardoso , Olímpio Gomes , Estevam Galvão , Milton Vieira , Rodrigo Moraes , Antonio Salim Curiati , Gilmaci Santos , Gilson de Souza , Heroilma Soares Tavares , Jooji Hato , Leci Brandão , Ramalho da Construção , Afonso Lobato , Osvaldo Verginio , Ed Thomas , Ulysses Tassinari , Celso Giglio , Vanessa Damo , Regina Gonçalves , Orlando Morando , Welson Gasparini, Beto Trícoli , Célia Leão

 trecho da notícia:
"A mudança começou a ser articulada dias após a decisão que suspendeu o benefício de R$ 2.250 pago aos deputados, no início de fevereiro. O texto da PEC foi publicado ontem no "Diário Oficial" do Estado com a assinatura de 33 parlamentares de vários partidos. Entre os grandes, apenas representantes do PT não assinaram.

 A assessoria do Ministério Público diz que a PEC é inconstitucional porque o tema não deve ser assunto de Constituição, mas de lei orgânica.

  Ainda de acordo com o órgão, já há um artigo nessa lei que determina que ações de improbidade contra esses membros do poder público sejam abertas somente pelo procurador-geral."

 Particularmente não sei como anda a PEC na ALESP, mas darei uma verificada, pelo que pesquisei houve a última movimentação no dia 16 de março deste ano, pesquisarei mais a fundo.