quarta-feira, 17 de julho de 2013

Inédito: 66 Retroescavadeiras são entregues para os municípios da Região Noroeste pelo PAC 2





O Governo Federal administrado pela Presidenta Dilma,  investiu mais de R$ 10,2 milhões na doação 66 retroescavadeiras a municípios da Região Noroeste Paulista, entregues nesta quarta-feira (17) pelo Delegado Federal José Reynaldo Prates do Ministério de Desenvolvimento Agrário  e pelo Deputado Federal Vanderlei Siraque (PT) representando a Presidente Dilma.

Estiveram presentes também o Deputado Federal João Dado (PDT) e os Deputados Estaduais Itamar Borges (PMDB), João Paulo Rillo (PT) e José Zico Prado (PT), além da Prefeita Municipal de Jales que foi a cidade anfitriã do evento, Eunice Mistilides, a Presidenta da Câmara de Jales, Pérola Maria Fonseca Cardoso representando todos os vereadores da região, o coordenador do Território Noroeste Paulista do MDA, Nilton Marques, representante dos Prefeitos do CODENOP (Consórcio de Desenvolvimento do Noroeste Paulista e prefeito de Santa Albertina, Vanderci Novelli (Tuquinha), representante dos Prefeitos do Território de Andradina e prefeito do Município de Mirandópolis, Francisco Passarelli Momesso (Chicão, representante da Federação da Agricultura Familiar, Marcelo Silva Santos.

A ação que beneficiará certamente milhares de produtores rurais da região faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), tal ação de entrega de maquinários acontece a primeira vez na história de nosso país, nunca houve um programa que beneficia diretamente o município, principalmente os municípios com menos de 50 mil habitantes. As máquinas trarão além de melhoria para a vida de pessoas que vivem e trabalham no campo, diminuem a burocracia e luta dos Prefeitos para a aquisição deste equipamento que antes se deva através de emendas com parlamentares.
Além de melhores condições de circulação, o PAC também é um estímulo para a indústria nacional de máquinas. “Este é o maior programa do mundo de compra de máquinas feito por um governo. São, aproximadamente, R$ 5 bilhões de investimento, gerando emprego, renda e desenvolvendo a tecnologia do nosso país.
O equipamento visa manutenção e construção de estradas vicinais, resultando em maior facilidade na circulação de bens, serviços e pessoas na zona rural. A ação alcança todos os municípios brasileiros com menos de 50 mil habitantes. No total, são 5.061 prefeituras a serem beneficiadas em todo o Brasil com o conjunto de máquinas composto por retroescavadeira, motoniveladora e caminhão basculante.

A agricultura responde por 20% do Produto Interno Bruto (PIB) do nosso país. Dar melhores condições para a agricultura é muito importante para que possamos continuar o nosso processo de desenvolvimento econômico. 

terça-feira, 16 de julho de 2013

Ligações suspeitas entre Globo e Banco Rural, mas ninguém investiga



Quem tiver alguma informação, favor informar a este blog. Procura-se o inquérito ou processo de investigação das operações do Banco Rural com a Globo, consideradas fraudulentas e com evidência de crime contra o sistema financeiro nacional, segundo o ex-procurador-geral da República Antônio Fernando de Souza.

Em 2006, quando Souza apresentou a famosa denúncia ao ministro Joaquim Barbosa do chamado "mensalão" (ação penal 470), registrou na página 90, uma vistoria do Banco Central junto ao Banco Rural apontando crimes contra o sistema financeiro nacional, envolvendo operações consideradas fraudulentas com algumas empresas. Entre elas a Globo Comunicações e Participações, a Globopar, controladora da TV Globo.

Consta que em 2004 a Globopar não conseguia honrar suas dívidas, e o fundo de investimento W.R. Huff pediu a falência da empresa nos Estados Unidos. Foi necessário um processo de reestruturação da dívida.

Contudo, as páginas 2.869 e 2.870 do acórdão do julgamento da Ação Penal 470 registram que o mesmo padrão de empréstimo feito pelo Banco Rural ao Partido dos Trabalhadores foi feito com a "Globo Comunicações e Participações" – os ministros do STF consideraram as operações entre o banco e o PT "atos fraudulentos de gestão".

Como a Globo não foi incluída como ré na ação penal 470, presumia-se que o doutor Antônio Fernando, por dever de ofício, tenha desmembrado e encaminhado a investigação envolvendo as operações entre a Globo e o Banco Rural para a Procuradoria Regional Federal do Rio de Janeiro, onde fica a sede da emissora.

Porém, passados sete anos, o caso continua envolto em mistério e, sobre ele, não há uma única palavra no site do Ministério Público Federal. O assunto torna-se mais preocupante diante do recente `sumiço` de um processo de R$ 615 milhões por sonegação de imposto de renda na compra de direitos de transmissão da Copa de 2002 pela TV Globo, com uso de operações em paraísos fiscais.

Causa desconforto saber que a Globo aparece nos autos dos inquéritos relacionados ao "mensalão", com indícios que exigem investigação profunda e que acaba de contratar Felipe Barbosa, filho do ministro Joaquim Barbosa, relator dos processos, para trabalhar na emissora.

Antes da Globo, outra empresa apareceu envolvida nos meandros do caso: o Grupo Tom Brasil, que teve o mesmo filho de Joaquim Barbosa como assessor de imprensa, recebeu R$ 2,5 milhões do dinheiro que os ministros do STF consideraram desviados da Visanet por meio da agência de publicidade de Marcos Valério.

E agora? Pau que bate em Chico baterá em Francisco?

E a velha mídia... Essa página 90 do relatório que resultou na AP 470 permanece no limbo do noticiário da grande mídia até hoje. É mais um vexame do corporativismo dos barões da mídia, na mesma linha que foi a blindagem que a revista Veja obteve na CPI do Cachoeira.

Por Rede Brasil Atual
Segunda-feira, 15 de julho de 2013

Denuncia revela cartel em licitações do metrô no governo Alckmin



As obras bilionárias do metrô de São Paulo podem causar uma tremenda dor de cabeça para o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do PSDB. Segundo denúncia da multinacional alemã Siemens, as empresas contratadas para fornecer equipamentos, como ela própria, formavam cartel e colocavam preços até 20% superiores aos de mercado nas licitações de novas linhas do metrô.

A Siemens denunciou o caso às autoridades antitruste brasileiras, do Conselho Administrativo de Defesa Econômica, para escapar de uma punição maior – o caso foi revelado na edição deste domingo [14] da Folha. Além da Siemens, o esquema envolveria ainda outras multinacionais, como a Alstom (já investigada na Europa por corrupção na América Latina), a canadense Bombardier, a espanhola CAF e a japonesa Mitsui. Todas essas empresas também fazem parte do projeto federal do trem-bala entre Rio de Janeiro e São Paulo, que será licitado no próximo mês.

De acordo com as denúncias, o cartel dos fabricantes de equipamentos atuou em seis licitações e o prejuízo total para o governo paulista ainda não foi totalmente estimado. Segundo a investigação do Cade, o conluio envolveria ainda as empresas TTrans, Tejofran, MGE, TCBR Tecnologia, Temoinsa, Iesa e Serveng-Civilsan. Destas, a Tejofran é fortemente ligada ao PSDB e cresceu exponencialmente nos governos de Mario Covas.

As multinacionais Alstom e Mitsui disseram estar colaborando com as investigações do Cade. O governador Geraldo Alckmin, por sua vez, prometeu conduzir uma investigação própria. Ao todo, o mercado de equipamentos para o transporte por trilhos movimenta R$ 4 bilhões ao ano no Brasil.



Por Brasil 247

segunda-feira, 8 de julho de 2013

JALES: UFSCar abre inscrições para o Vestibular 2013 dos cursos de graduação a distância




Candidatos podem solicitar isenção do pagamento da taxa de inscrição entre 10 e 17 de julho.

Entre os dias primeiro e 26 de agosto, estarão abertas as inscrições do Processo Seletivo para ingresso em 2013 nos cursos de graduação a distância ofertados pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). São 787 vagas distribuídas entre 11 polos de apoio presencial localizados em municípios do estado de São Paulo. Os cursos oferecidos pela UFSCar nesta modalidade de ensino são Educação Musical, Engenharia Ambiental, Pedagogia, Sistemas de Informação e Tecnologia em Produção Sucroalcooleira.

Em 2013, o curso de Educação Musical terá novas turmas nos polos de Franca (50 vagas), Guarulhos (50 vagas) e Itapevi (30 vagas); Engenharia Ambiental será ofertada em Itapetininga (46 vagas), Jales (45 vagas) e São José dos Campos (47 vagas); Pedagogia recebe novos alunos em Guarulhos (45 vagas), Igarapava (25 vagas), Itapetininga (50 vagas), Itapevi (40 vagas) Jaú (50 vagas) e Tarumã (40 vagas); Sistemas de Informação tem vagas em Franca (40 vagas), Itapevi (25 vagas), Jaú (40 vagas) e São José dos Campos (39 vagas); e Tecnologia em Produção Sucroalcooleira em Araras (50 vagas), Barretos (25 vagas) e Jales (50 vagas).

O regulamento do processo seletivo, disponível em www.vunesp.com.br, dispõe sobre todas as normas para a seleção, calendário, programa das provas, bem como as regras para o ingresso por reserva de vagas, em cumprimento a Lei 12.711 de 29/08/2012. Nesse processo seletivo, 40% das vagas estão reservadas aos estudantes que cursaram o ensino médio integralmente em escolas da rede pública de ensino, sendo metade dessas vagas reservadas a estudantes que tenham renda bruta mensal igual ou inferior a 1,5 salário mínimo per capita. Na divisão das vagas pelo critério de menor ou maior renda, também é aplicada a reserva para estudantes que se autodeclararem como pretos ou pardos (34,73% das vagas), na forma definida pela legislação.

As inscrições deverão ser efetuadas exclusivamente pela Internet, no site da Fundação VUNESP (www.vunesp.com.br) no período entre primeiro e 26 de agosto, as provas estão agendadas para o dia 8 de setembro. Candidatos que comprovem insuficiência de recursos financeiros para o pagamento da taxa de inscrição no valor de R$ 90,00 poderão consultar o regulamento para solicitação do benefício da isenção de taxa. O prazo para envio da documentação exigida pelo regulamento vai de 10 a 17 de julho e os resultados do processo de isenção de taxa serão divulgados no dia 31 de julho.

Outras informações podem ser obtidas com a Coordenadoria do Vestibular da UFSCar pelo e- mail:covest@ufscar.br. Também estará disponível, em dias úteis, das 8 às 20 horas, o atendimento pelo Disque VUNESP (11) 3874-6300.
Informações também em www.ufscar.bre em www.sead.ufscar.br.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Jales será anfitriã para entrega regional de mais de 60 Retroescavadeiras do Governo Federal



Jales será anfitriã para receber o Ministério de Desenvolvimento Agrário no dia 17 de Julho às 10hs da manhã no Jales Clube onde acontecerá o evento que marcará a  entrega de mais de 60 retroescavadeiras para o município de Jales e região.

Sabe-se que a entrega destas retroescavadeiras são apenas o começo, pois ainda estes municípios terão a chance de receber  uma motoniveladora no segundo semestre em meados de agosto e também para o segundo semestre abre-se inscrição e a chance de viabilizar também um caminhão basculante.

Todos os equipamentos foram adquiridos por meio da segunda fase do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC 2). As máquinas foram doadas para municípios com até 50 mil habitantes.

 Confira a relação de Municípios que vão receber uma Retroescavadeira em Jales:


Álvares Florence
Américo de Campos
Aparecida d'Oeste
Aspásia
Auriflama
Cardoso
Castilho
Cosmorama
Dirce Reis
Dolcinópolis
Estrela d'Oeste
Floreal
Gastão Vidigal
General Salgado
Guaraçaí
Guarani d'Oeste
Guzolândia
Ilha Solteira
Indiaporã
Itapura
Lavínia
Jales
Macedônia
Magda
Marinópolis
Meridiano
Mesópolis
Mira Estrela
Mirandópolis
Murutinga do Sul
Nova Canaã Paulista
Nova Castilho
Nova Independência
Nova Luzitânia
Orindiúva
Ouroeste
Palmeira d'Oeste
Paranapuã
Parisi
Paulo de Faria
Pedranópolis
Pereira Barreto
Pontalinda
Pontes Gestal
Populina
Riolândia
Rubinéia
Santa Albertina
Santa Clara d'Oeste
Santa Fé do Sul
Santana da Ponte Pensa
Santa Rita d'Oeste
Santa Salete
Santo Antônio do Aracanguá
São Francisco
São João das Duas Pontes
São João de Iracema
Sebastianópolis do Sul
Sud Mennucci
Suzanápolis
Tanabi
Três Fronteiras
Turmalina
Urânia
Valentim Gentil
Vitória Brasil

Handebol Feminino de Jales está nas finais dos jogos regionais em Penápolis

 

Jales esta participando do 57º  Jogos Regionais que esta acontecendo em Penápolis, entre os dias 03 e 13 deste mês de  julho, e que deve estar aproximadamente reunindo cerca de 7 mil atletas entre mais de 60 cidades do Estado de São Paulo.

Entre estes atletas está o  time Feminino de Handebol, que conquistou hoje uma vitória importante levando o time para a final dos jogos regionais, o placar foi: Jales 28 x 15 Castilho e com esta vitória o time de handebol já esta nas finais dos jogos regionais que vai acontecer domingo e tem a chance de trazer o ouro para casa.

Talvez este time de handebol tem a chance de entrar para a história da cidade, não me recordo muito bem e não vivi tanto para isso já, mas acho que poder ser a primeira equipe a conquistar um ouro nos jogos regionais na cidade de Jales, vamos torcer e cruzar os dedos por estas meninas.

Boa sorte, estou torcendo por vocês!

quinta-feira, 4 de julho de 2013

O Financiamento Público - a questão central do plebiscito




Por que o governo propõe a convocação de um plebiscito? Há um sentimento difuso, em vários setores da sociedade, de que o sistema político não funciona. Uma das instituições mais desprestigiadas do pais - senão a mais desprestigiada - é o Congresso Nacional. A imagem dos políticos - e dos parlamentares em particular - é a pior possível.

Da esquerda até a velha mídia, todos criticam o Congresso. Os diagnósticos podem ser diferentes - a esquerda, porque o poder do dinheiro faz com que lobbies das minorias enriquecidas controlem o parlamento; a direita, porque, por definição, quer sempre governos e congresso fracos, para aumentar o peso do mercado e da mídia, expressões dos seus interesses e posições.

As mobilizações das últimas semanas também tiveram "nos políticos" um dos seus alvos preferidos, refletindo as reiteradas campanhas contra os parlamentares que correm sistematicamente na internet.

Uma das iniciativas do governo - aquela politicamente mais relevante - foi a convocação de um plebiscito para desbloquear iniciativas de reforma política - na verdade, reforma do processo eleitoral - que estavam paradas no Congresso e freadas nas tentativas de um acordo entre os partidos, levada a cabo por Lula.

Com boas ou más intenções, alguns setores tentam incluir uma quantidade enorme de questões na consulta ao povo, desde o voto distrital até o tipo de regime - presidencialismo ou parlamentarismo. Na prática, significa inviabilizar o plebiscito, seja pela quantidade e diversidade imensa de questões sobre as quais não haveria acordo e geraria prolongamento da discussão até impossibilitar a convocação do plebiscito, com a regulamentação necessária e o período de campanha, a tempo de ter validade para as eleições de 2014; seja por colocar questões outras, que tiram o foco que levou ao impulso popular pela reforma política.

Dentre todas as questões, aquela sobre a qual há maior consenso é a do financiamento público ou privado das campanhas eleitorais. Não significa que exista acordo, mas reconhecimento de que as negociações da reforma política emperraram nesse tema.

Ele é essencial - mesmo sob alegação de que não é suficiente para impedir o peso do dinheiro nas campanhas eleitorais - porque age contra a forma atual de financiamento, que transfere a desigualdade econômica para o processo eleitoral.

Atualmente pode-se dizer que um dos problemas maiores para que alguém possa se candidatar é o custo das campanhas, o preço para que uma pessoa possa fazer conhecer minimamente que é candidata. Cada um busca a resolução do problema da sua forma, mas quase todas desembocam em procurar o dinheiro onde o dinheiro está - nas empresas. Estas, por sua vez, encontram nesse mecanismo uma forma útil de ter os candidatos presos a seus interesses, financiando campanhas de vários candidatos, de distintos partidos.
Pode não haver um mecanismo formal e direto de cobrança pelos financiados em relação aos financiados, mas não há duvidas que ele existe. Pelo menos no financiamento da eleição seguinte, em que as empresas dirigirão seus recursos para aqueles que mais diretamente defenderam seus interesses.

A existência de grande número de lobbies no Congresso - do agronegócio, da educação privada, dos planos privados de saúde, dos proprietários privados dos meios de comunicação, das igrejas evangélicas, entre outros - expressa, de forma mais aberta, a presença dos interesses privados no Congresso.
O financiamento publico permitirá uma competição menos desigual entre os candidatos, evitando que o peso do dinheiro intervenha de maneira tão aberta no processo eleitoral.

Há sempre, por parte dos setores beneficiários e simpatizantes do financiamento privado, o apelo aos mecanismos mais egoístas das pessoas: "você gostaria que o seu imposto financiasse a campanha dos políticos?". Uma pergunta que induz diretamente a uma resposta negativa.

Mas que traz embutida a consequência de que, se não é o setor público quem financia as campanhas, quem o faz? O mercado, o setor privado, projetando na campanha politica as desigualdades econômicas que caracterizam o Brasil como o país mais desigual do continente mais desigual do mundo. É deixar os representantes políticos ficarem reféns do poder econômico.

O fato de que a sociedade não se reconheça representada no Congresso, embora seja ela que o elege, se dá por isso, pela forma como as campanhas refletem o peso do dinheiro e condicionam fortemente a suposta liberdade de escolha dos cidadãos através do voto.

De forma que o Congresso não é o reflexo da sociedade, porque entre um e outro está a mediação do dinheiro, que falseia a representação politica. Como um de tantos exemplos, há na Câmara uma grande bancada do agronegócio, mas apenas dois representantes de trabalhadores agrícolas. Enquanto que, na realidade do campo no Brasil, os trabalhadores são a imensa maioria.

Uma aprovação do financiamento público vai encontrar grandes resistências - da mídia e boa parte dos partidos. Estes sentem que perdem poder nas negociações pelos votos que têm no Congresso, assim como pelo tempo que têm na televisão. O PMDB e tantos partidos de aluguel buscam sabotar o plebiscito ou se opõem diretamente a ele. A mídia porque, embora critique o tempo todo os políticos, precisa de um Congresso desmoralizado para enfraquecer a politica e a cidadania que se representa nela.

Será necessária uma campanha muito massiva e eficiente para que se desbloqueie uma das travas maiores para a eleição de um Congresso que seja a cara da sociedade brasileira. E para que essa oportunidade de resgate da política e das representações parlamentares da sociedade não se perca.

Fonte: Emir Sadersociólogo, colunista do Carta Maior

Movimento #JalesNasRuas atrai jovens para discussão política do município


Foto: Cardosinho

Como em todo Brasil as Manifestações ganharam as ruas, e em Jales não foi diferente, o movimento chamado #JalesNasRuas surgiu dentro da própria rede de relacionamentos chamada facebook, onde através de um evento que chamou os participantes para uma reunião no coreto da praça João Mariano de Freitas, tendo assim o comparecimento de 35 pessoas, onde as mesmas tiraram uma comissão organizadora de 15 pessoas.

A preocupação de todos foram em não atacar nenhuma partido e também não atacar nenhum agente político em qualquer esfera do poder, seja municipal, estadual ou federal, se preocupando em focar principalmente a a realidade do município as suas indicações de melhorias, entendendo desta forma que poderiam sim serem ouvidos em seu próprio município.

O grupo além de se organizar para a manifestação que aconteceu no dia 22 de junho, convidando e atraindo gente de diferentes idades,  também se organizou criando uma carta manifesto colhendo assinaturas,  para que pudesse assim ser entregue para os poderes legislativo e executivo.

A carta foi entregue durante a sessão do dia 24 de junho para todos os vereadores daquela casa, que através da presidente da casa a vereadora Pérola, todos os vereadores receberam as indicações realizadas pelo movimento #JalesNasRuas. 

No dia 2 de julho também foi a vez do poder executivo do município receber em mãos a Carta Manifesto, a reunião deu-se com a Prefeita e seu secretariado no Paço Municipal através de uma conversa onde os mesmos explicaram o surgimento da Carta Manifesto e como também sobre o foco do Movimento. 

Foto: Douglas Zílio
Após este movimento #JalesNasRuas o grupo viu a necessidade de continuar dentro da discussão política do município, projetando assim a criação do MAPS: Movimento de Atriculação Polítca/Social.

O MAPS é um projeto que inclui jovens de diferentes grupos sociais, que sai do comodismo na discussão política do município de Jales além de ser apartidário, democrático e filantrópico, vista também aplicar ações comunitárias de intervenção e auxilio social geral nas ruas da cidade, promovendo soluções criativas e progressistas a município de Jales e ao seu povo.

Desta forma, este grupo que começou a organizar o Movimento #JalesNasRuas viu a necessidade de dar continuidade, para que não seja encarado apenas como uma modinha realidade, mas que se tenha responsabilidade e continue inserido e ativo nas discussões de políticas públicas do próprio município. 


2ª Festa do Cachorro Quente dos Doutores da Trapalhada dia 08 de Agosto


segunda-feira, 1 de julho de 2013

Gestor do Hospital do Câncer de Barretos defende medida anunciada por Dilma



“A classe médica e a associação da classe médica sabem que estão tampando o sol com a peneira”. Começa assim a entrevista concedida pelo gestor do Hospital do Câncer em Barretos, Henrique Prata, à Rádio CBN na noite de ontem (28). Responsável pelo atendimento diário de cinco mil pacientes, em média, a unidade também encara as dificuldades em função da limitação de recursos humanos disponíveis hoje no país.

Sob sua gestão estão cerca de 500 médicos. Prata explica que o salário inicial de qualquer um desses profissionais gira em torno de R$ 18 mil. Já no interior, esse valor sobe para até R$ 30 mil. Ainda assim, faltam profissionais. Deficit causado não só pela ausência de médicos, mas também pelo crescimento e envelhecimento da população brasileira. “Existe uma falta de 70 e 80 médicos, entre especialistas e clínico geral. E eu vivo essa realidade porque eu atendo o SUS”.

Ele avalia ainda, que a classe médica é responsável pela situação da saúde hoje já que há dez anos inibiu a criação de faculdades de medicina. “Ela é 100% única responsável pelo falta de médico e agora está fazendo esse barulhão aí. Na Capital, existe médico muito mais para atender plano de saúde, convênios ou particular. Não para atender o SUS. O interior sofre com isso”.

Prata acredita que a medida da presidenta Dilma Rousseff, de trazer médicos de Cuba, vai sanar grande parte da demanda vivida hoje no Brasil. “Qual o problema de trazer profissionais de fora? É só orgulho? Eu não entendi qual o problema até agora”, questiona.


Por Aline Nascimento - Portal Linha Direta