segunda-feira, 21 de setembro de 2009

DEPUTADO FEDERAL JOSÉ GENOÍNO EM JALES




JOSÉ GENOÍNO EM JALES


O deputado federal José Genoíno (PT) chegou em Jales na sexta-feira, dia 18, para um encontro com lideranças regionais. Antes do almoço, Genoíno esteve no gabinete do prefeito Humberto Parini, onde recebeu reivindicações e se inteirou sobre o andamento de alguns pleitos da administração municipal junto ao governo federal. Foi pedido a ele também a apresentação de emenda parlamentar de apoio a reforma e adequação de nossas praças esportivas com vistas aos Jogos Regionais de 2011 aqui em Jales. O Deputado Federal se colocou inteiramente a disposição para continuar trabalhando sobre os pleitos de Jales. Na oportunidade Genoino fez um relato sobre a conjuntura nacional onde destacou alguns aspectos que terão grande destaque na agenda nacional, entre elas a votação do orçamento da união para 2010, que por ser ano eleitoral terá grandes questionamentos da oposição que buscará dificultar a ação governamental de Lula e a votação do plano de exploração do Petróleo do Pré-Sal, que por envolver enorme riqueza mobiliza também muitos interesses contraditórios. Que com a definição que agora será votado muito do futuro do Brasil está sendo definido.
Genoino lembrou-se da primeira visita que fez a Jales, numa época em que o Brasil ainda lutava contra o regime militar e particularmente naquele momento pela Anistia aos perseguidos políticos do regime militar. Falou que naquela oportunidade esteve aqui com o então Deputado Rolemberg, e que faz gosto ver como a cidade de Jales tem melhorado nos últimos anos.
Ainda na sexta-feira, no período da tarde, Genoíno esteve em Santa Fé do Sul, onde se reuniu com os prefeitos das cidades que compõem o Consórcio Intermunicipal para Desenvolvimento Sustentável da Psicultura – CIMDESP.
O deputado veio conhecer o projeto para desenvolvimento da pesca na região, através do cultivo de peixes em tanques-redes, que conta com o apoio do Ministério da Pesca e Aqüicultura. Além da anfitriã Santa Fé do Sul, o consórcio é integrado também pelas cidades de Santa Clara D’Oeste, Santa Rita D’Oeste, Três Fronteiras, Rubinéia e Santana da Ponte Pensa.
Segundo o secretário do CIMDESP, Antonio Carlos Nogueira, o projeto de cultivo de peixes em tanques-redes iniciou-se na região de Santa Fé do Sul, onde foi formada uma cooperativa que já conta com mais de 70 pequenos psicultores, mas já se expandiu para cidades da região de Ilha Solteira, além de despertar o interesse de cidades do Mato Grosso do Sul. Nogueira disse que o interesse dos municípios está aumentando dia-a-dia: “recentemente conseguimos ajuda do Ministério da Pesca para instalação de tanques-redes em Santa Albertina, Mesópolis e Populina”. Para Nogueira, a ajuda de Genoíno vai ser fundamental para o crescimento do projeto: “o deputado Genoíno deverá incluir emendas no orçamento que vão beneficiar em muito o projeto da psicultura em nossa região”, disse ele.
Ainda na sexta-feira, no período da tarde, Genoíno esteve em Santa Fé do Sul, onde se reuniu com os prefeitos das cidades que compõem o Consórcio Intermunicipal para Desenvolvimento Sustentável da Psicultura – CIMDESP.
O deputado veio conhecer o projeto para desenvolvimento da pesca na região, através do cultivo de peixes em tanques-redes, que conta com o apoio do Ministério da Pesca e Aqüicultura. Além da anfitriã Santa Fé do Sul, o consórcio é integrado também pelas cidades de Santa Clara D’Oeste, Santa Rita D’Oeste, Três Fronteiras, Rubinéia e Santana da Ponte Pensa.
Segundo o secretário do CIMDESP, Antonio Carlos Nogueira, o projeto de cultivo de peixes em tanques-redes iniciou-se na região de Santa Fé do Sul, onde foi formada uma cooperativa que já conta com mais de 70 pequenos psicultores, mas já se expandiu para cidades da região de Ilha Solteira, além de despertar o interesse de cidades do Mato Grosso do Sul. Nogueira disse que o interesse dos municípios está aumentando dia-a-dia: “recentemente conseguimos ajuda do Ministério da Pesca para instalação de tanques-redes em Santa Albertina, Mesópolis e Populina”. Para Nogueira, a ajuda de Genoíno vai ser fundamental para o crescimento do projeto: “o deputado Genoíno deverá incluir emendas no orçamento que vão beneficiar em muito o projeto da psicultura em nossa região”, disse ele.

FRIGORÍFICO DE PEIXES EM JALES
Com relação à participação de Jales nesse projeto, Nogueira foi claro: “por ser uma cidade bem localizada e reconhecida como centro de região, Jales deverá ser a sede de um Frigorífico de Peixes, para onde será canalizada toda a produção da região”. Segundo ele, já existem estudos nesse sentido: “o Ministério da Pesca está disposto a investir bastante em nossa região e Jales é um ponto estratégico. O prefeito Parini já esteve reunido com o ministro Altemir Gregolin e está otimista com relação a possíveis investimentos em Jales. Nesse sentido, é importante contarmos com o apoio de deputados interessados no projeto, como é o caso do Genoíno”. Para Nogueira, a instalação de um Frigorífico de Peixes em Jales, além de gerar empregos diretos, vai trazer outros investimentos de empresas que atuam no setor, como já acontece em Santa Fé do Sul, onde estão se instalando algumas empresas fornecedoras de matéria prima para o cultivo de peixes.

MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA PRETENDE AUMENTAR O CONSUMO DE PEIXE NO BRASIL

O peixe é uma opção saudável para a alimentação, mas nem sempre está presente no cardápio do brasileiro. Por isso, o governo federal resolveu incentivar a produção e o consumo de peixes no Brasil. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que, em um ano, o consumo seja de 12 quilos por pessoa.
No Brasil, cada pessoa consome, em média, apenas 7 quilos por ano, mas o Ministério da Pesca quer aumentar esse número para 9 quilos até 2011. Isso porque o peixe é fonte de proteína e tem vitaminas e minerais. O ômega três – uma gordura antiinflamatória – está em algumas espécies, como o salmão, a sardinha e a truta. Esse é um alimento poderoso na prevenção de doenças cardiovasculares, depressão, obesidade e desordens da pele.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

The Enter a banda que vem fazendo a diferença!


Talento que vem de berço. Com a mãe coralista, o líder do The Enter, cantor e compositor Ched Warlynn aprendeu a cantar desde cedo. Ao integrar um coral da igreja que frequentava, passou a estudar canto erudito, spirituals, popular, até chegar a profissionalização. Com esse histórico musical, surgiu o projeto The Enter, onde Ched abriu as portas para o rock..n..roll e suas vertentes: 80's bands, euro rock , post punk, new wave, industrial, classic, glam rock etc. São essas experiências e inclusões que fazem da música do The Enter única. Com belas melodias vocais, suas músicas recordam os melhores momentos da década de 80.

A liberdade musical sem pré-conceitos, mixada com a vida e autencidade, são detalhes importantes para compreender o sentido da música que Ched Warlynn faz. The Smiths, David Bowie, Depeche Mode, New order, The Cure, são bandas que influenciaram Ched em toda sua história, porém durante o processo de gravação do trabalho do The Enter, ele procurou não consultar nenhuma dessas fontes, assim caracterizando um estilo próprio. “Busquei as influências remotas, marcantes e verdadeiras do fundo da alma”, conta.

O trabalho atual, Seated on the Right Side, gravado a quatro mãos junto ao produtor Maurício Monteiro, foi lançado pelo Bola Music em 2009, e já conquistou os amantes do rock pela apresentação com força e visceralidade do estilo. O resultado disso foi mais de meio milhão de acessos em sua página no myspace em um curto prazo de tempo. O disco, em inglês, direciona o seu público internacionalmente e suas músicas vêm sendo tocadas em países como Inglaterra, Estados Unidos e Austrália.

Os planos para o futuro, além de uma turnê nacional, é torná-la internacional. “A música é meu alimento desde o ventre da minha mãe, é a minha expressão de arte, é a trilha sonora da vida”, completa Ched.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Qual o valor do verdadeiro Jornalismo?

Na faculdade aprende-se que o jornalismo tem que ser ético, tem que ser real, passar confiabilidade para o leitor da situação!

Mais pera ai ? Até onde isso acontece? Será que isso realmente acontece?

Bem ao meu ver na política isso é esquecido, é deixado para trás, o que vale mesmo é aquele que gasta mais em publicidade.

Por que estou falando isso ?

Simples e fácil... é uma reflexão de tempos passados. Hoje a briga é pra ter o encontro que não teve, era pra criar um encontro de fantasma para realista.
É complicado né, não há provas e a imprensa leva isso como fato verídico. Outro fato é acusar os fatos de exonerações como uma forma de aparelhar a receita ao governo. Mais o que é mais estranho é que a mesma pessoa que foi exoneragada entrou antes com a mesma acusação... Era uma forma de aparelhar a receita ao governo... Que confusão, entra um e sai um e as coisas são as mesmas sempre..

Um jornalismo ético é aquele também que passa realmente o valor para o leitor de cada matéria.
Não vejo jornais favoraveis ao Pré-Sal... se bobiar ficam contra ainda..


É complicado, o que vejo claro para mim é que as eleições estão ai em 2009.
Crise no senado, tudo isso é um método de ingessar os braços do governo!

Pensando no POVO ? não... mais sim nas eleições 2010...

Tudo isso são atos da direita pensando sim nas eleições!

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Abono salarial para nascidos em setembro começa a ser pago

O benefício é direito de todo brasileiro que está cadastrado no PIS/Pasep há, no mínimo, cinco anos. No caso do PIS, 617 mil beneficiados poderão sacar o dinheiro na Caixa. Já para o Pasep, 140 mil pessoas deverão utilizar o Banco do Brasil.

Para ter direito ao abono é necessário ter trabalhado com carteira assinada ou ter sido nomeado efetivamente em cargo público, pelo menos por 30 dias, e ter recebido, em média, até dois salários mínimos. Para sacar o dinheiro também é possível utilizar o Cartão Cidadão (com senha cadastrada).

Fonte: Agencia Brasil

Adolescente cristã foge de casa temendo morte por parte da família muçulmana

O líder de um ministério dedicado a ajudar ex-muçulmanos está feliz com a notícia de que um juiz na Flórida determinou que uma garota cristã de 17 anos pode continuar no estado, e não tem que retornar para sua família muçulmana em Ohio. Mas ela acredita que a batalha ainda não terminou. Uma juíza determinou que Rifqa Bary pode continuar sob custódia enquanto as autoridades iniciam uma investigação na comunidade muçulmana em que ela mora em Ohio.

A adolescente fugiu no mês passado porque acreditava que sua família a mataria por ter se tornado cristã. Seus familiares, vindos do Sri Lanka, disseram que nunca a ameaçaram.

W.L. Cati, fundadora do ministério White Horse entrou em contato com as autoridades pedindo para que eles ajam em favor da menina. No entanto, Cati não sabe se a comunidade muçulmana vai aceitar essa decisão.

“O que os muçulmanos acreditam é que ela deveria receber pena de morte por se converter ao cristianismo. E mesmo que pareça que ela está segura, e graças a Deus que o juiz tomou uma boa decisão, não sabemos o que os muçulmanos poderão fazer.”

Cati acredita que a adolescente está dizendo a verdade, baseada em sua própria experiência quando casada com um muçulmano. “Meu marido foi preso duas vezes por agredir meus filhos quando eles se converteram ao cristianismo. Rifqa Bary está dizendo a verdade”.

Fonte: Zipgospel

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Em tempos de Crise

Momento pós crise econômica no país e hoje o foco é o Senado Federal. Alias, o foco não é o senado federal o foco são as eleições 2010. Tenho visto todas as discussões que envolvem o senado. Tem sido uma verdadeira novela mexica as coisas que tem acontecido. Em cima de toda essa história, um partido de oposição só pensa em enfraquecer um partido que é governo pra chegar em 2010 e tentar vencer as eleições. Bem fazendo uma analise agora, é que o Senado não votou em nenhum projeto após essas discussões e isso deixa o senado de braços engessado e em seguida o próprio governo. A verdadeira tentativa da oposição é levar essa discussão até o fim do ano, onde entrará o recesso e verdadeiramente so seriam retomadas no próximo ano. É claro que o que está em grande risco é o povo brasileiro é a classe que agora consegue comer, consegue trabalhar, consegue seu próprio negócio. É claro que quem esta em risco é o Estudante que não tinha dinheiro pra estudar e pagar uma faculdade de medicina e agora faz isso por que o Prouni beneficia isso. O Brasil iniciou um projeto que vem dando certo, o Brasil ganhou uma posição melhor entre muitas paises, e acho que não pode parar isso, não podemos ficar com intrigas pelo poder e pensando em 2010 e sem pensar no povo. Temos que ter responsábilidade. Temos que aprender a ler e pesquisar se realmente as notícias que são expostas são verdadeiras ou se são manipuladoras. Temos que saber o que estamos lendo e pesquisar antes de acreditar.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

O Namoro Jovem!

O namoro sempre existiu em diversas culturas através dos tempos. É a forma de duas pessoas se conhecerem melhor e, com mais intensidade, alguém com quem se pretende ter um relacionamento sério com vistas ao casamento. Mas, atualmente, para muitos jovens o namoro convencional perdeu status.

Não é de agora, por exemplo, que os jovens usam o termo “ficar”. A expressão surgiu na década de oitenta entre os adolescentes de 13 aos 17 anos que buscavam simplesmente o prazer sem qualquer perspectiva de compromisso. Ou seja, é um comportamento em que os jovens conversam, se beijam, se abraçam e até têm relação sexual, sem nenhuma responsabilidade pós-encontro. Não há nenhum vínculo emocional, afetivo, espiritual e, muito menos, trocas de endereço e telefone.


O ficar é uma armadilha do Diabo

Para o pastor Gilson Bifano, diretor e conferencista do Ministério Oikos (Ministério Cristão de Apoio à Família) esta prática não deve ser seguida pelos jovens cristãos. Se ele tem um compromisso com Deus e encara o seu corpo, a sua sexualidade, como a Palavra diz, ele não vai ter esse comportamento. Devemos ser diferentes; sal e luz do mundo", enfatiza o pastor. Na visão dele, o ficar é uma estratégia de Satanás para minar a pureza moral da juventude, neutralizar seu testemunho, e, posteriormente, estragar seus lares.

“O diabo utiliza vários métodos para levar o homem ou a mulher a uma relação sexual fora dos padrões de Deus. A Bíblia diz : Não vos defraudeis uns aos outros. Defraudar é passar dos limites da intimidade com uma outra pessoa que não seja o seu cônjuge. O texto declara que o sexo é para ser desfrutado entre o homem e a mulher no contexto do casamento. E o 'ficar', conhecido antigamente como o 'arrocho', é uma fonte de excitação, em que beijos ardentes e carícias em partes íntimas são praticados. Dificilmente, um jovem conseguirá ter uma vida de santidade em um relacionamento passageiro, sem um peso de responsabilidade e compromisso', enfatiza.


A juventude precisa de santidade

Segundo Bifano, há uma grande diferença entre pureza e virgindade, já que alguns adolescentes se guardam para o casamento, mas mantêm outras práticas sexuais. Em contrapartida, existem pessoas que "perdem a virgindade" e, depois de se converterem, se arrependem e evitam a intimidade antes do casamento.

Para o pastor, a juventude cristã precisa repensar a sua atitude em relação ao namoro, ao noivado e ao casamento, não segundo a ótica do mundo que está sem Deus, mas dentro de uma visão bíblica equilibrada. “O tempo todo a televisão, o rádio, os jornais, as revistas, as músicas, as novelas e os filmes veiculam campanhas de incentivo ao sexo com o uso da camisinha. O importante não é ter relação sexual antes do casamento, mas sim a falta do preservativo. Com isso, os jovens estão absorvendo esta visão não cristã da sexualidade. É necessário influenciar mais e ser menos influenciado, comenta Bifano.


As conseqüências do “ficar”

A proposta do ficar é levar esta geração a experimentar um pouco do outro de uma forma leviana. Além de gerar traumas, frustrações, decepções e até uma gravidez precoce. Segundo Gilson, os pais têm uma parcela de culpa nisso, já que muitos não orientam seus filhos. A questão da informação não é só da igreja, nem da escola. O que tem acontecido hoje é que a família tem transferido sua responsabilidade, e o resultado disso é uma vida sexual fora dos parâmetros bíblicos.

Esta tarefa tem que começar em primeiro lugar na família. E os pais devem estar capacitados para que haja um diálogo franco, contínuo e sem tabus. Três coisas não são faladas muito em família: morte, dinheiro e sexo. “Estes assuntos devem ser tratados no lar, de maneira natural, não apenas em forma de sermões, mas em uma conversa natural com os filhos desde cedo, sempre respeitando, é claro, as faixas etárias”, alerta Gilson.


O Namoro Cristão

Gilson Bifano acredita que existem princípios para o namoro cristão. E um deles é justamente o não "ficar”. Um relacionamento segundo a visão cristã é um período de conhecimento mútuo, de aprofundamento da amizade. "A intimidade física não é compatível neste período. Ela só deve acontecer, segundo a Palavra de Deus, no contexto do casamento", enfatiza Gilson.

“O texto de Gênesis 2.24 diz: 'Portanto, deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-à à sua mulher, e serão ambos uma só carne'. Neste trecho existe uma sequência. Quando se tem esta experiência de ser uma só carne, antes de se casar, há quebra de princípio bíblico. E isso pode, e tem trazido, muitos problemas", relata o pastor.


A Igreja e seu papel

Na opinião dele, os pastores precisam falar mais sobre este assunto, sem condenação. A igreja tem que parar de apenas dizer que é proibido, mas também educar. Dar condições aos jovens para que eles não façam o que é condenado pela Palavra de Deus. É necessário um trabalho de conscientização em que a juventude seja esclarecida das consequências que advêm da quebra dos preceitos bíblicos. Isso pode ser feito através de palestras, congressos, etc.", adverte.


Para os jovens cristãos que estão na moda do ficar, o pastor dá alguns conselhos:

1- Repense no que Deus tem para sua vida.

2- Se está se relacionando indevidamente com alguém, deve reconhecer que esta não é a vontade de Deus e parar com tal atitude.

3- Deus perdoa nossos pecados. Ele morreu na cruz para perdoar os erros da humanidade. E, com certeza, a partir deste reconhecimento, Deus vai honrar e abençoar os seus caminhos.


Leitura recomendada: Namoro é +, Sexo é -, da Dra. Elaine Cruz.

Fonte: ElNet
Fonte: www.ogalileo.com.br

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Felipe Massa estamos com você !

Dia 25 de julho, um novo acidente na formula 1 com um brasileiro. Um susto enorme com Felipe Massa, uma peça que se solta do carro da Brawn atinge a cabeça de Felipe Massa, uma pancada tão forte que logo após se deparamos com felipe sem reação dentro do carro. Na manha desse sábado passou um filme pela minha cabeça, lembranças de imola em 1994 quando marcou o trágico acidente de ayrton senna. O clima do treino de classificação acabou pra mim naquele exato momento. Não só para mim, mais com certeza para todos que assistiam o treino classificatório e que torciam para nossos brasileiros na formula 1. Os comentáristas da globo a todo tempo, tentando passar uma imagem de tranquilidade tanto para milhões de brasileiros, quanto para a própria família. O treino vai recomeçar avisa eles, e com isso, pensam mais positivos que o aciente de massa não passaria de um susto, pois não precisaria leva-lo para o hospital. Pois enquanto o helicoptero não sair do circuito não pode haver o recomeço do treino. De repente a notícia de que ele seria encaminhado para o Hospital. A angustia aumenta e principalmente dos famíliares. Aquele filme de 1994 volta a cabeça novamente, as lágrimas vem aos olhos, milhões de brasileiros, oram, rezam, pensam posítivo que tudo saira muito bem. As primeiras imagens que temos de Felipe são boas, ele se mechendo, levando a mão a cabeça. Isso mostra que ele senti as dores, que ele se meche. Mais um acidente, uma pancada na calota craniana sempre é perigosa, precisa de total atenção. Ao decorrer de todo o domingo até a noite, desde a corrida, tudo faz lembrar o felipe, até uma roda que voa do carro de Alonso da Renault, nos leva direto ao pensamento em felipe massa.No fantástico temos mais notícias sobre Felipe Massa,após muitas entrevistas, podemos ver que o estado de saúde do Felipe massa é delicado ainda, mais as melhoras são posítivas, e que a tranquilidade médica para a evolução positiva da situação é bem vista por eles. Na noite de domingo fui durmir um pouco mais tranquilo, mais durante todas essas reportagens, notícias, sempre as lágrimas vinha aos olhos, sempre com o teor de preocupação. Mais agora estamos na torcida, sempre orando para que tudo não passe de um susto e logo possamos ver o Felipe Massa ai novamente, pilotando, dando entrevistas, ve-lo com sua família que sem dúvida no momento são as pessoas que mais estão sofrendo com tudo isso.

Estamos orando pela vida de vocês e a vida do Felipe, família Massa!

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Investigar ou Desestabilizar ?

Será que a oposição realmente quer investigar se há erros ?

O propósito da oposição não é investigar se há erros na Petrobras, mas tentar desestabilizar o governo e – pior – enfraquecer a grande empresa, no momento em que busca recursos para a exploração do pré-sal

Por: Mauro Santayana

Publicado em 05/06/2008

Diante dos êxitos inegáveis do governo, a oposição se perde entre a perplexidade e a inveja. Conforme costuma dizer Delfim Netto, com autoridade, os economistas que dominaram o governo anterior não podem aceitar que o bom senso de um metalúrgico revele-se muito mais eficiente do que as teorias acadêmicas. A diferença está no trabalho desenvolvido pelo governo, sobretudo pelo seu titular. Lula atua em duas frentes. Na frente interna, tenta reparar injustiças seculares para com os trabalhadores.

Na externa, insere o Brasil entre os atores internacionais, abre mercados, influi no processo político global. Não é um extremista, mas tampouco um conformista. Talvez funcione, em sua forma de ver o mundo, a constatação dos velhos comunistas de que os trabalhadores lutam para construir a própria família com dignidade e fazer com que seus filhos vivam um pouco melhor do que eles mesmos.

O país caminha sem grandes saltos, mas com firmeza. O governo conseguiu zerar a dívida externa e reduziu consideravelmente a dívida pública interna. Graças a isso, consegue impedir que a crise internacional assuma, entre nós, o caráter gravíssimo que ocorre em outros países. Uma das causas desse desempenho é, sem dúvida, a distribuição –precária ainda – compulsória de renda. O aumento de consumo de bens industriais duráveis, favorecido pela atenção oficial aos pobres, permitiu que a indústria mantivesse o nível de emprego nos anos anteriores, e, assim, que a economia permanecesse mais ou menos estável. É certo que os níveis de desemprego cresceram, mas não com os índices dramáticos que muitos calculavam.

Seria de esperar que todas as forças políticas brasileiras atuassem em busca do entendimento, a fim de que pudéssemos vencer todas as dificuldades econômicas sem crises políticas internas. Mas não é o que ocorre. A oposição, salvo a exceção de alguns mais lúcidos, aposta no “quanto pior, melhor”. Não há prova maior disso do que a CPI do Senado para investigar a Petrobras. Em primeiro lugar, não obstante homens honrados que o compõem, o Senado não tem, neste momento, autoridade moral e política alguma para investigar o que quer que seja. Os escândalos surgidos ali recentemente põem a instituição sob suspeita diante da opinião pública. E o propósito da oposição não é averiguar possíveis erros da grande empresa. Querem é tentar a desestabilização do governo e – ainda pior – enfraquecer a grande empresa, no momento em que busca os capitais necessários para a exploração imediata dos depósitos petrolíferos sob a camada de pré-sal.

A oposição que está aí é herdeira e sucessora da UDN, que, sob o comando de Carlos Lacerda, e a serviço das grandes empresas petrolíferas norte-americanas, procurou impedir a criação da Petrobras durante o governo de Vargas e, em seguida, no período de sua consolidação pelo presidente Juscelino Kubitschek, continuou na tentativa de desestabilização do governo. Não é relevante para esse grupo de senadores e deputados o interesse nacional – e o interesse nacional exige a preservação da Petrobras, que vem investindo pesadamente na exploração do petróleo do profundo subsolo marinho, o que nos tornará um dos maiores produtores do mundo. O que lhes interessa é apenas tumultuar o processo sucessório, com a esperança de que venham a ocupar o Planalto e, no Planalto, impedir a realização plena do povo brasileiro e a conquista definitiva da soberania nacional.

É o direito que têm de espernear. Durante quase toda a História – com exceção de dois ou três períodos da República, em que houve resistência contra a injustiça, as oligarquias têm explorado impunemente o povo brasileiro e usado dos recursos do Tesouro para o enriquecimento de famílias de nome sonoro e caráter discutível. Como, desta vez, os trabalhadores conhecem melhor os seus direitos e a população rural já não obedece ao cabresto dos senhores de engenho e dos latifundiários, os oposicionistas se desesperam.

Lula mais uma vez acerta e põe o Brasil no lugar certo!!

Enquanto oposição e pretendentes à sucessão de Lula torcem pela queda de sua popularidade, o governo radicaliza, protege a economia com distribuição de renda e se fortalece

Por: Bernardo Kucinski

Publicado em 05/06/2009
A crise como oportunidade

Acertos do governo nas áreas social e econômica deixam oposição sem discurso, restrita a atrapalhar no que puder via CPIs

O cavalo-de-pau dado pelos bancos americanos e europeus nas finanças mundiais pegou a economia brasileira no exato momento em que se preparava para um salto de qualidade que a levaria a um novo milagre econômico, desta vez com distribuição de renda e sem ditadura. O governo respondeu atacando pela primeira vez o cerne do poder financeiro: a extorsiva taxa básica de juros.]

Em setembro do ano passado, quando a crise dos bancos explodiu, a economia brasileira estava crescendo a uma taxa anual da ordem de 6,8%. Os investimentos em novas máquinas, galpões e infraestrutura haviam chegado a 20% do Produto Interno Bruto (PIB), uma taxa só comparável à dos primórdios do milagre econômico. Em todo o país empresas planejavam a expansão, depois de quatro anos de crescimento médio acima de quase 5%.

Os primeiros efeitos da crise entre nós foram a disparada do dólar e o corte súbito dos empréstimos bancários. O dólar foi de R$ 1,70 em setembro para R$ 1,90 em outubro e terminou o ano perto de R$ 2,40 porque os especuladores correram para a moeda como refúgio. Empresas que deviam aos bancos com aquela maldita cláusula que multiplicava os custos do empréstimo exponencialmente a partir do dólar a R$ 1,80 começaram a anunciar prejuízos milionários.

Os financiamentos de fora, que representavam cerca de 10% do total, secaram de um dia para o outro com o colapso do Lehman Brothers. Os de dentro secaram porque os bancos ficaram sem saber que outras empresas também estavam quebradas, além das que admitiram as perdas publicamente. ]

O governo diagnosticou corretamente que era preciso, antes de tudo, estancar a disparada do dólar e restabelecer a confiança no sistema bancário. Para segurar o dólar, o Banco Central sacou das reservas internacionais e entrou vendendo a moeda americana. Anunciou a ampliação da garantia de depósitos e aplicações para até R$ 20 milhões para instituições menores em dificuldades de liquidez, visando desarmar qualquer risco de uma corrida aos pequenos bancos, os mais vulneráveis ao fim dos financiamentos externos. Também reduziu para esses bancos o chamado compulsório – que é o volume de depósitos dos clientes que os bancos têm de recolher ao Banco Central e não podem ser usados para empréstimos.

Tudo isso foi feito sem alarde, enquanto a maioria dos jornalistas “especializados” fazia exatamente o contrário, alimentando o pânico e uma visão pessimista do futuro. Marcos Nobre, que não é jornalista (é professor do Departamento de Filosofia da Unicamp), escreveu em sua coluna na página 2 da Folha de S.Paulo que Lula foi rápido, eficiente e focado: “Rompeu pela primeira vez o terrorismo econômico que se instalou desde a globalização econômica da era FHC”. Nobre lembrou ainda a importância das políticas de valorização do salário mínimo e sua extensão aos benefícios da Previdência, robustecendo o mercado interno, que acabou sendo a plataforma de recuperação. Tudo aquilo que os tucanos, demos e seus seguidores na imprensa criticavam como errado é o que está nos ajudando nesta crise.
Reação radicalizada

Mesmo com a reação vigorosa e correta do governo, a maioria das empresas teve de cancelar, reduzir ou adiar investimentos. Além da asfixia da falta de crédito, contratos de exportação foram subitamente suspensos. Como eram os investimentos que naquele momento puxavam o crescimento da economia, deu-se uma queda dramática na produção industrial e na taxa de expansão do PIB. Um coice muito pior que o dado por Antonio Palocci, então ministro da Fazenda, no primeiro ano do governo Lula.

Daquela vez o PIB ainda cresceu mísero 1,3%. Agora houve queda de 3,6% no último trimestre de 2009 em relação ao trimestre anterior. E a produção da indústria despencou 25% – número impressionante, como se indústrias inteiras tivessem parado de produzir.

Lula então radicalizou. Fez da crise uma oportunidade para deflagrar mudanças estruturais há muito desejadas pelos setores mais esclarecidos da sociedade, mas até então levadas em marcha lenta. Era a hora de tentar quebrar o domínio do capital financeiro e do mito por ele alimentado há décadas, de que no Brasil não pode haver taxa básica de juros abaixo dos 10%.

Os bancos privados continuavam a não emprestar? Que entrem em cena os grandes bancos estatais. Mais uma vez se mostrou a importância de terem sido estancadas as privatizações promovidas pelo tucanato no setor bancário. Graças ao Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Caixa Econômica Federal e BNDES, o governo contra-atacou oferecendo crédito que os bancos privados negavam.

Não houve hesitação. O BNDES já tinha atingido o limite de empréstimos em relação ao seu capital? Pois aumente-se o capital do BNDES. O presidente do Banco do Brasil não entendeu o caráter excepcional da situação e continuou se comportando de modo burocrático? Pois troque-se o presidente do Banco do Brasil.

Mas o gesto mais importante foi o ultimato dado a Meirelles para que forçasse um corte nos juros da taxa básica, a Selic, que o governo paga pelos títulos de sua dívida. Os neoliberais que ainda controlam o Banco Central haviam cometido o desatino de elevar mais esses juros em plena crise, de 13% para 13,75%, sob o falso pretexto de que a inflação ainda era um perigo, quando a mãe de todos os perigos já era a recessão que em todo o mundo ocidental se espalhava como uma pandemia. Enquanto bancos centrais cortavam os juros radicalmente para tentar tirar a economia do atoleiro, aqui, nossos neoliberais faziam o contrário. Apenas a partir de janeiro, em um reconhecimento explícito do erro, começaram as sucessivas quedas nas reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom); foram cortados 3,5 pontos e a Selic chegou a 10,25%.
Menos impostos

A derrubada da taxa básica não ajudou muito a abrir as torneiras do crédito privado, mas a economia com o pagamento de juros da dívida pública interna permitiu reduzir impostos e expandir a rede de proteção social sem aumentar o déficit federal. É uma transferência de renda dos mais ricos para os mais pobres. Dos que vivem de renda para o mercado interno de consumo.

O primeiro a ser reduzido foi o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos carros. Medida importante dado o peso dessa indústria na economia, embora capenga do ponto de vista da necessidade de transformar nosso padrão de consumo. Teria sido melhor associá-la à introdução do carro elétrico, que já é uma realidade em muitos países, a modelos menores e menos poluentes e ao transporte coletivo. As falências da GM e da Chrysler nos Estados Unidos mostram que se esgotou o modo de produção de carros baseado no lançamento de novos e caros modelos todo ano.

Curiosamente, essa medida de Lula a imprensa não criticou, tal é a força da indústria automobilística entre anunciantes e, indiretamente, entre os jornais. Com as megafusões de cervejarias, bancos, telefônicas, entre outras, acabou a guerra de propaganda em alguns setores, o que, somado a novas limitações nos anúncios de bebidas e cigarros, tornou os comerciais de carros vitais à sobrevivência dos jornais.
Depois o governo cortou impostos em mais uma dúzia de itens importantes, incluindo eletrodomésticos, materiais de construção e motos. Em alguns casos, o IPI foi zerado. Lula também ordenou à Petrobras que aumentasse seus investimentos. A Petrobras é tão relevante na economia brasileira que seus recursos em infraestrutura são da mesma ordem da soma de todos os demais investimentos do mesmo tipo do governo federal. O que fazem os tucanos e os demos? Pedem uma CPI da Petrobras.

Outra frente em que Lula radicalizou foi na busca da unidade dos governos sul-americanos. Principalmente para desarmar as tentativas de guerra comercial que sempre acontecem em momentos de desespero econômico. Primeiro, mandou que fosse elevado o limite dos convênios de créditos recíprocos. Esse é um mecanismo pelo qual os BCs acertam entre si, apenas de tempos em tempos, o saldo das transações das empresas de cada país, não sendo preciso acertar cada uma das transações. Desse modo, é possível continuar o intercâmbio comercial, mesmo na falta de financiamentos ou de reservas de moeda forte. Além disso, o BNDES abriu uma linha de crédito especial para empresas argentinas. E mais: o Brasil criou um fundo de R$ 10 bilhões para empréstimos a países do continente, que podem ser saldados em moeda própria.
Oportunismo

Enquanto isso, os governadores pouco fizeram para ajudar a tirar a economia da recessão. Poderiam reduzir o ICMS, principal imposto estadual – e pesado, em alguns casos chega a 30%. Apenas Roberto Requião, no Paraná, reduziu o ICMS, e de modo amplo: em 95 mil itens de consumo popular. No Mato Grosso a medida foi adotada para o gado em pé, mas só em uma pequena região, para tirar os frigoríficos do sufoco. Em Goiás, sobre o álcool. Houve algumas outras reduções isoladas, como a do ICMS sobre a indústria naval no Rio de Janeiro e sobre o feijão em São Paulo, mas não para combater a recessão, e sim como parte de uma eterna guerra fiscal entre estados. O Rio quer atrair a indústria naval de São Paulo. São Paulo quer proteger o feijão paulista do de Minas.

O governador José Serra, de São Paulo, onde está 35% da indústria do país, prometeu cortar impostos em materiais usados na produção para exportação, mas ficou só na retórica. Enquanto isso, partiu para a implantação agressiva de dezenas de pedágios novos em todas as rodovias estaduais, além do aumento de preço dos já existentes, para ampliar a arrecadação. A medida incide diretamente sobre o custo dos transportes e, portanto, dos alimentos. Já são 112 os pedágios estaduais. Na Rodovia Marechal Rondon, um trecho entre Bauru e Campinas – importante eixo de transporte de alimentos – que antes custava R$ 7,40 sai agora por R$ 18,80.

A lógica desses governadores: mais impostos para construir mais pontes, viadutos e estradas, não porque criam emprego, mas porque têm visibilidade, trazem mais votos do interior e mais apoio das empreiteiras. De olho na sucessão de Lula, acreditam que podem tirar proveito eleitoral se a recessão derrubar a popularidade do presidente.
Lula, generoso e manhoso, ainda deu uma colher de chá postergando pagamentos de dívida das prefeituras com o INSS e oferecendo aos estados um empréstimo de R$ 4 bilhões para pagar em oito anos, com um ano de carência.

Com tudo isso, a economia brasileira ainda não voltou aos níveis pré-crise. A indústria se recupera lentamente e a situação do emprego continua delicada. Todo o horizonte se modificou. O plano de construção de 1 milhão de moradias populares fortemente subsidiadas é mais uma cartada dessa radicalização. Por isso mesmo, governadores e prefeitos demos e tucanos relutam em aderir. Lula cresceu com a crise. A oposição encolheu. O país enfrenta uma encruzilhada, ou radicaliza, ou regride.