quarta-feira, 3 de março de 2010

Desnorteada e rançosa, grande mídia organiza campanha contra Dilma




DILMA Vs. PIG

Encontro promovido em São Paulo por setores da grande mídia, na segunda-feira (1º), expôs o preconceito, a desinformação e o desespero da direita brasileira com a possibilidade de vitória da ministra Dilma Rousseff nas eleições presidenciais deste ano. Com profundo ranço ideológico, e sem reservas, os expositores falaram da necessidade de organizar o discurso e a ação para evitar um eventual terceiro governo democrático popular.
 


Leia abaixo reportagem publicada pela jornalista Bia Barbosa no site da Carta Maior:
Se algum estudante ou profissional de comunicação desavisado pagou os R$ 500,00 que custavam a inscrição do 1º Fórum Democracia e Liberdade de Expressão, organizado pelo Instituto Millenium, acreditando que os debates no evento girariam em torno das reais ameaças a esses direitos fundamentais, pode ter se surpreendido com a verdadeira aula sobre como organizar uma campanha política que foi dada pelos representantes dos grandes veículos de comunicação nesta segunda-feira, em São Paulo.
Promovido por um instituto defensor de valores como a economia de mercado e o direito à propriedade, e que tem entre seus conselheiros nomes como João Roberto Marinho, Roberto Civita, Eurípedes Alcântara e Pedro Bial, o fórum contou com o apoio de entidades como a Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão), ANER (Associação Nacional de Editores de Revista), ANJ (Associação Nacional de Jornais) e Abap (Associação Brasileira de Agências de Publicidade). E dedicou boa parte das suas discussões ao que os palestrantes consideram um risco para a democracia brasileira: a eleição de Dilma Rousseff.
A explicação foi inicialmente dada pelo sociólogo Demétrio Magnoli, que passou os últimos anos combatendo, nos noticiários e páginas dos grandes veículos, políticas de ação afirmativa como as cotas para negros nas universidades. Segundo ele, no início de sua história, o PT abrangia em sua composição uma diversidade maior de correntes, incluindo a presença de lideranças social-democratas. Hoje, para Magnoli, o partido é um aparato controlado por sindicalistas e castristas, que têm respondido a suas bases pela retomada e restauração de um programa político reminiscente dos antigos partidos comunistas.
“Ao longo das quatro candidaturas de Lula, o PT realizou uma mudança muito importante em relação à economia. Mas ao mesmo tempo em que o governo adota um programa econômico ortodoxo e princípios da economia de mercado, o PT dá marcha ré em todos os assuntos que se referem à democracia. Como contraponto à adesão à economia de mercado, retoma as antigas idéias de partido dirigente e de democracia burguesa, cruciais num ideário anti-democrático, e consolida um aparato partidário muito forte que reduz brutalmente a diversidade política no PT. E este movimento é reforçado hoje pelo cenário de emergência do chavismo e pela aliança entre Venezuela e Cuba”, acredita. “O PT se tornou o maior partido do Brasil como fruto da democracia, mas é ambivalente em relação a esta democracia. Ele celebra a Venezuela de Chávez, aplaude o regime castrista em seus documentos oficiais e congressos, e solta uma nota oficial em apoio ao fechamento da RCTV”, diz.
A RCTV é a emissora de TV venezuelana que não teve sua concessão em canal aberto renovada por descumprir as leis do país e articular o golpe de 2000 contra o presidente Hugo Chávez, cujo presidente foi convidado de honra do evento do Instituto Millenium. Hoje, a RCTV opera apenas no cabo e segue enfrentando o governo por se recusar a cumprir a legislação nacional. Por esta atitude, Marcel Granier é considerado pelos organizadores do Fórum um símbolo mundial da luta pela liberdade de expressão – um direito a que, acreditam, o PT também é contra.
“O PT é um partido contra a liberdade de expressão. Não há dúvidas em relação a isso. Mas no Brasil vivemos um debate democrático e o PT, por intermédio do cerceamento da liberdade de imprensa, propõe subverter a democracia pelos processos democráticos”, declarou o filósofo Denis Rosenfield. “A idéia de controle social da mídia é oficial nos programas do PT. O partido poderia ter se tornado social-democrata, mas decidiu que seu caminho seria de restauração stalinista. E não por acaso o centro desta restauração stalinista é o ataque verbal à liberdade de imprensa e expressão”, completou Magnoli.
O tal ataque
Para os pensadores da mídia de direita, o cerco à liberdade de expressão não é novidade no Brasil. E tal cerceamento não nasce da brutal concentração da propriedade dos meios de comunicação característica do Brasil, mas vem se manifestando há anos em iniciativas do governo Lula, em projetos com o da Ancinav, que pretendia criar uma agência de regulação do setor audiovisual, considerado “autoritário, burocratizante, concentracionista e estatizante” pelos palestrantes do Fórum, e do Conselho Federal de Jornalistas, que tinha como prerrogativa fiscalizar o exercício da profissão no país.

“Se o CFJ tivesse vingado, o governo deteria o controle absoluto de uma atividade cuja liberdade está garantida na Constituição Federal. O veneno antidemocrático era forte demais. Mas o governo não desiste. Tanto que em novembro, o Diretório Nacional do PT aprovou propostas para a Conferência Nacional de Comunicação defendendo mecanismos de controle público e sanções à imprensa”, avalia o articulista do Estadão e conhecido membro da Opus Dei, Carlos Alberto Di Franco.
“Tínhamos um partido que passou 20 anos fazendo guerra de valores, sabotando tentativas, atrapalhadas ou não, de estabilização, e que chegou em 2002 com chances de vencer as eleições. E todos os setores acreditaram que eles não queriam fazer o socialismo. Eles nos ofereceram estabilidade e por isso aceitamos tudo”, lamenta Reinaldo Azevedo, colunista da revista Veja, que faz questão de assumir que Fernando Henrique Cardoso está à sua esquerda e para quem o DEM não defende os verdadeiros valores de direita. “A guerra da democracia do lado de cá esta sendo perdida”, disse, num momento de desespero.
O deputado petista Antonio Palocci, convidado do evento, até tentou tranqüilizar os participantes, dizendo que não vê no horizonte nenhum risco à liberdade de expressão no Brasil e que o Presidente Lula respeita e defende a liberdade de imprensa. O ministro Hélio Costa, velho amigo e conhecido dos donos da mídia, também. “Durante os procedimentos que levaram à Conferência de Comunicação, o governo foi unânime ao dizer que em hipótese alguma aceitaria uma discussão sobre o controle social da mídia. Isso não será permitido discutir, do ponto de vista governamental, porque consideramos absolutamente intocável”, garantiu.
Mas não adiantou. Nesta análise criteriosa sobre o Partido dos Trabalhadores, houve quem teorizasse até sobre os malefícios da militância partidária. Roberto Romano, convidado para falar em uma mesa sobre Estado Democrático de Direito, foi categórico ao atacar a prática política e apresentar elementos para a teoria da conspiração que ali se construía, defendendo a necessidade de surgimento de um partido de direita no país para quebrar o monopólio progressivo da esquerda.
“O partido de militantes é um partido de corrosão de caráter. Você não tem mais, por exemplo, juiz ou jornalista; tem um militante que responde ao seu dirigente partidário (...) Há uma cultura da militância por baixo, que faz com que essas pessoas militem nos órgãos públicos. E a escolha do militante vai até a morte. (...) Você tem grupos políticos nas redações que se dão ao direito de fazer censura. Não é por acaso que o PT tem uma massa de pessoas que considera toda a imprensa burguesa como criminosa e mentirosa”, explica.
O “risco Dilma”
Convictos da imposição pelo presente governo de uma visão de mundo hegemônica e de um único conjunto de valores, que estaria lentamente sedimentando-se no país pelas ações do Presidente Lula, os debatedores do Fórum Democracia e Liberdade de Expressão apresentaram aos cerca de 180 presentes e aos internautas que acompanharam o evento pela rede mundial de computadores os riscos de uma eventual eleição de Dilma Rousseff. A análise é simples: ao contrário de Lula, que possui uma “autonomia bonapartista” em relação ao PT, a sustentação de Dilma depende fundamentalmente do Partido dos Trabalhadores. E isso, por si só, já representa um perigo para a democracia e a liberdade de expressão no Brasil.

“O que está na cabeça de quem pode assumir em definitivo o poder no país é um patrimonialismo de Estado. Lula, com seu temperamento conciliador, teve o mérito real de manter os bolcheviques e jacobinos fora do poder. Mas conheço a cabeça de comunistas, fui do PC, e isso não muda, é feito pedra. O perigo é que a cabeça deste novo patrimonialismo de estado acha que a sociedade não merece confiança. Se sentem realmente superiores a nós, donos de uma linha justa, com direito de dominar e corrigir a sociedade segundo seus direitos ideológicos”, afirma o cineasta e comentarista da Rede Globo, Arnaldo Jabor. “Minha preocupação é que se o próximo governo for da Dilma, será uma infiltração infinitas de formigas neste país. Quem vai mandar no país é o Zé Dirceu e o Vaccarezza. A questão é como impedir politicamente o pensamento de uma velha esquerda que não deveria mais existir no mundo”, alerta Jabor.
Para Denis Rosenfield, ao contrário de Lula, que ganhou as eleições fazendo um movimento para o centro do espectro político, Dilma e o PT radicalizaram o discurso por intermédio do debate de idéias em torno do Programa Nacional de Direitos Humanos 3, lançado pelo governo no final do ano passado. “Observamos no Brasil tendências cada vez maiores de cerceamento da liberdade de expressão. Além do CFJ e da Ancinav, tem a Conferência Nacional de Comunicação, o PNDH-3 e a Conferência de Cultura. Então o projeto é claro. Só não vê coerência quem não quer”, afirma. “Se muitas das intenções do PT não foram realizadas não foi por ausência de vontades, mas por ausência de condições, sobretudo porque a mídia é atuante”, admite.
Hora de reagir
E foi essa atuação consistente que o Instituto Millenium cobrou da imprensa brasileira. Sair da abstração literária e partir para o ataque.

“Se o Serra ganhasse, faríamos uma festa em termos das liberdades. Seria ruim para os fumantes, mas mudaria muito em relação à liberdade de expressão. Mas a perspectiva é que a Dilma vença”, alertou Demétrio Magnoli.
“Então o perigo maior que nos ronda é ficar abstratos enquanto os outros são objetivos e obstinados, furando nossa resistência. A classe, o grupo e as pessoas ligadas à imprensa têm que ter uma atitude ofensiva e não defensiva. Temos que combater os indícios, que estão todos aí. O mundo hoje é de muita liberdade de expressão, inclusive tecnológica, e isso provoca revolta nos velhos esquerdistas. Por isso tem que haver um trabalho a priori contra isso, uma atitude de precaução. Senão isso se esvai. Nossa atitude tem que ser agressiva”, disse Jabor, convocando os presentes para a guerra ideológica.
“Na hora em que a imprensa decidir e passar a defender os valores que são da democracia, da economia de mercado e do individualismo, e que não se vai dar trela para quem quer a solapar, começaremos a mudar uma certa cultura”, prevê Reinaldo Azevedo.
Um último conselho foi dado aos veículos de imprensa: assumam publicamente a candidatura que vão apoiar. Espera-se que ao menos esta recomendação seja seguida, para que a posição da grande mídia não seja conhecida apenas por aqueles que puderam pagar R$ 500,00 pela oficina de campanha eleitoral dada nesta segunda-feira.

Diagnóstico mostra desastre dos governos tucanos em SP

 Confira no link abaixo um diagnóstico sobre a situação do Estado de São Paulo após sucessivos governos tucanos. O documento foi produzido pela Bancada do PT na Assembléia Legislativa estadual.




CONFIRA DIAGNÓSTICO ((( CLIQUE AQUI )))

Casa Civil: Folha de S.Paulo maquia e manipula dados do PAC


Leia abaixo resposta da Casa Civil da Presidência da República a propósito da manchete do jornal Folha de S.Paulo desta terça-feira (2):

FOLHA DE S. PAULO MAQUIA DADOS SOBRE O PAC
1. São infundadas e inaceitáveis as acusações do jornal Folha de S. Paulo (02.03.2010) a respeito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Se existe "maquiagem" ou tentativa de "esconder" informações em relação ao PAC, ela está na reportagem do jornal, e não nos balanços periódicos do Programa.
2. A Casa Civil da Presidência da República reitera que não há hipótese de manipulação das informações dos nove relatórios do PAC. Os balanços são transparentes e sempre foram amplamente divulgados e exaustivamente analisados pela imprensa. Tanto é assim que, a partir deles, a própria Folha pode fazer sua pesquisa e sua pauta para a elaboração da reportagem. Além disto, os dados estão disponíveis a qualquer interessado na internet
3. Todas as alterações de cronogramas das ações do PAC estão registradas nos balanços, como, aliás, admite a própria Folha ao longo do texto: "(...) em consultas ao primeiro balanço oficial do PAC, de maio de 2007, e aos oito seguintes (...) descobre-se que muitas das obras (...) passaram por uma revisão de metas e tiveram seu prazo de conclusão dilatado..."
4. Os balanços do PAC sempre fizeram referência às ações desenvolvidas dentro do Programa, classificando seu andamento como "adequado", "atenção" ou "preocupante" de acordo com os riscos apresentados à execução de cada uma.
5. Mesmo alertada sobre esse critério objetivo, a Folha optou pelo caminho da manipulação ao selecionar uma amostra parcial de 75 ações do primeiro balanço (de um total de 1.646) para concluir, de maneira premeditada, que 75% das ações do PAC estão atrasadas. A Folha erra ao tomar o resultado de uma amostra e aplicar o percentual sobre o total de ações.
6. O fato é que das 2.471 ações monitoradas, metade foi concluída, 44% estão com ritmo adequado de execução, 5% em atenção e 1% em situação preocupante. Se metade foi concluída, como poderia haver 75% atrasadas?
7. A verdade é que, em valor, 40,3% das ações foram concluídas, representando investimentos de R$ 256,9 bilhões. Somados às ações em andamento, os investimentos do PAC, de 2007 a 2009, totalizaram R$ 403,8 bilhões - 63,3% da meta até o final de 2010.
8. Já o desmembramento de algumas ações (que o jornal chama de "fatiamento") deve-se a sua complexidade e visa a aprimorar seu monitoramento. É o caso, por exemplo, da duplicação da BR 101 Nordeste, obra de mais de 1.000 Km de extensão, atravessando seis estados, e com diferentes estágios de execução.
Assessoria de imprensa da Casa Civil
Terça-feira, 2 de março de 2010

Fonte: PT.org.br

terça-feira, 2 de março de 2010

Formula 1 - 2010 : O que vamos presenciar este ano de novo?




Em 2009, o Campeonato Mundial de Fórmula 1 foi surpreendente e emocionante. No início do ano, a surpresa ficou por conta da prevalência dos Pilotos Jenson Button e Rubens Barrichello – ambos da recém-criada Brawn –  nas primeiras posições do grid. No meio da temporada, o destaque foi a evolução da Red Bull Racing, que botou pimenta na F1 e chegou a ter seus dois pilotos como postulantes ao título.
Ou seja: Jenson Button, Rubens Barrichello, Sebastian Vettel e Mark Webber tiveram plenas chances de conquistar o primeiro campeonato mundial de suas carreiras em 2009. Quatro pilotos lutaram até quase o fim. Fato positivo em comparação à monotonia dos campeonatos disputados por apenas um piloto, como aconteceu nas últimas temporadas vencidas por Michael Schumacher.

O que será que vamos presenciar neste ano de 2010?

Muitas mudanças aconteceram, não temos mais Butto e Rubinho na Brawn GP. Rubens Barrichello foi para a Willians e o Button também segue em nova equipe a poderosa Mc Laren. Mais, uma coisa que 2009 mostrou foi que ainda podem surgir surpresas na Formula 1 e que podemos ainda esperar o improvavel, tão improvavel quanto a volta de Shumacher a categoria.  Rubens Barrichello ficou umas boas horas no domingo à noite, ainda no circuito de Barcelona, estudando as sequências de voltas dos adversários. E não foi o único a chegar à mesma conclusão: "Tem gente ainda guardando segredo. Algumas equipes foram muito bem em ritmo de corrida e acho que elas podem andar mais com pouca gasolina do que demonstraram. Temos um grupo muito equilibrado na frente, mas talvez a Ferrari e a Red Bull tenham algumas cartas na manga",  disse o brasileiro. E talvez não sejam as únicas. A própria Mercedes, que mostrou uma boa evolução em Barcelona, pretende chegar no Bahrein com um novo pacote aerodinâmico.

Depois observar atentamente os resultados dos treinos em Barcelona, deu para concluir que o quadro é seguinte: a Ferrari está um pouco à frente. Mas seguida de muito perto por um grupo grande, formado por Red Bull, McLaren, Mercedes, Force Índia, Williams e Sauber.  Você deve estar assustado em ver o nome da Force Índia por aqui né, mais é que realmente eles andaram bem. Não dá pra saber qual dessas equipes realmente esta muito a frente das outras. O verdadeiro segredo de todas as equipes é a quantidade de combustivel que esta em cada carro. Esse é um segredo que ainda não foi revelado pelas equipes, poder ser que alguns pilotos amigos de tantos anos possam comentar na porta dos fundos. Mais creio que depois de ver uma surpreendente Brawn GP ganhar o ano de 2009, todos estão pisando em casca de ovos.

Esperança do povo Brasileiro

Os brasileiros esperam ver pilotos ganharem o campeonato mundial e novamente levantar a bandeira brasileira no ponto mais alto da formula 1. Logo após a morte do nosso eterno campeão Senna, muito otimismo foi posto em cima de Barrichello e  por não ter uma boa equipe nas  mãos, não conseguiu atingir as expectativas do povo brasileiro. Mais a verdade é que ele atingiu além das expectativas, não é pra qualquer um também ser vice campeão da categoria e mostrou no ano de 2009 que esta em pleno vigor e que ainda pode surpreender muita gente em 2010. A Formula 1 esta ano tem ainda Felipe Massa, Lucas di Grassi e Bruno Senna. Bruno Senna que vive um drama e ainda não pode testar seu carro, a equipe  enfrenta dificuldades financeiras, mais não deve ficar de fora da Formula 1. Cogita-se que a Campos trocaria de nome e faria uma parceria com a USF1 que já pediu para a FIA para adiar sua entrada na Formula 1. Com isso, o piloto José Maria Lopez pode ser o novo companheiro de Bruno Senna. O que seria interessante é que Lopez é argentino! Já imaginou um Brasileiro e um Argentino na mesma equipe? Incrivel ! Eu nunca pensei que isso aconteceria..... Mais enfim, se tudo isso acontecer a Equipe Campos deve alterar o nome para Hispania Racing e vai ser mais uma novidade para todos.

As ultimas transições de todas as equipes deve acontecer nesta semana. E tudo mostra que em uma semana, muita coisa pode acontecer, até a entrada da Stefan GP que era cogitada ainda pode acontecer depois dessa notícia que a USF1 teria pedido adiamento na sua entrada na formula 1.

Até agora tudo é muito indefinido enquanto algumas equipes e em quanto outras já estão preparadas, o que é indefinido é quem realmente estará a frente na Formula 1 de 2010.

Eu estou na torcida por Rubens Barrichello, piloto o qual sempre acompanhei e acredito que trará ainda mais felicidades ao povo Brasileiro.

#Tamojuntos  no Twitter !!!

Abaixo equipes e seus Pilotos, Clique sobre a foto:

Auditoria revela que governo paulista desvia recursos da Saúde para o mercado financeiro

Os recursos do SUS - o Sistema Único de Saúde - têm sido aplicados no mercado financeiro em três estados governados pelo PSDB, São Paulo, Minas e Rio Grande do Sul, e no Distrito Federal, comandado pelo DEM.
Segundo investigações do Departamento Nacional de Auditorias do Sistema de Saúde, o Denasus, este crime contra a saúde pública é recorrente há pelo menos quatro anos.
Reportagem do jornalista Leandro Fortes, publicada na mais recente edição da Revista Carta Capital, revela que o desvio serviu ao chamado ajuste fiscal. “A manobra serviu aparentemente para incrementar programas estaduais- de choques de gestão, como manda a cartilha liberal, e políticas de déficit zero, em detrimento do atendimento a uma população estimada em 74,8 milhões de habitantes”, explica o jornalista.
A denúncia coincide com o Diagnóstico da Gestão Tucana em São Paulo, elaborado pela Bancada do PT, que também aponta o fato de que o dinheiro que deveria ser aplicado no sistema de saúde paulista é desviado para outros programas e também para o mercado financeiro.
Veja abaixo, a reportagem de Leandro Fortes para a Carta Capital e, ao lado, o Diagnóstico da Bancada.

Remédios por juros
Leandro Fortes, em Carta Capital
Sem alarde e com um grupo reduzido de técnicos, coube a um pequeno e organizado órgão de terceiro escalão do Ministério da Saúde, o Departamento Nacional de Auditorias do Sistema Único de Saúde (Denasus), descobrir um recorrente crime cometido contra a saúde pública no Brasil. Em três dos mais desenvolvidos e ricos estados do País, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, todos governados pelo PSDB, e no Distrito Federal, durante a gestão do DEM, os recursos do SUS têm sido aplicados, ao longo dos últimos quatro anos, no mercado financeiro.
A manobra serviu aparentemente para incrementar programas estaduais- de choques de gestão, como manda a cartilha liberal, e políticas de déficit zero, em detrimento do atendimento a uma população estimada em 74,8 milhões de habitantes. O Denasus listou ainda uma série de exemplos de desrespeito à Constituição Federal, a normas do Ministério da Saúde e de utilização ilegal de verbas do SUS em outras áreas de governo. Ao todo, o prejuízo gerado aos sistemas de saúde desses estados passa de 6,5 bilhões de reais, sem falar nas consequências para seus usuários, justamente os brasileiros mais pobres.
As auditorias, realizadas nos 26 estados e no DF, foram iniciadas no fim de março de 2009 e entregues ao ministro da Saúde, José Gomes Temporão, em 10 de janeiro deste ano. Ao todo, cinco equipes do Denasus percorreram o País para cruzar dados contábeis e fiscais com indicadores de saúde. A intenção era saber quanto cada estado recebeu do SUS e, principalmente, o que fez com os recursos federais. Na maioria das unidades visitadas, foi constatado o não cumprimento da Emenda Constitucional nº 29, de 2000, que obriga a aplicação em saúde de 12% da receita líquida de todos os impostos estaduais. Essa legislação ainda precisa ser regulamentada.
Ao analisar as contas, os técnicos ficaram surpresos com o volume de recursos federais do SUS aplicados no mercado financeiro, de forma cumulativa, ou seja, em longos períodos. Legalmente, o gestor dos recursos é, inclusive, estimulado a fazer esse tipo de aplicação, desde que antes dos prazos de utilização da verba, coisa de, no máximo, 90 dias.
Em Alagoas, governado pelo também tucano Teotônio Vilela Filho, o Denasus constatou operações semelhantes, mas sem nenhum prejuízo aos usuários do SUS. Nos casos mais graves, foram detectadas, porém, transferências antigas de recursos manipulados, irregularmente, em contas únicas ligadas a secretarias da Fazenda. Pela legislação em vigor, cada área do SUS deve ter uma conta específica, fiscalizada pelos Conselhos Estaduais de Saúde, sob gestão da Secretaria da Saúde do estado.
O primeiro caso a ser descoberto foi o do Distrito Federal, em março de 2009, graças a uma análise preliminar nas contas do setor de farmácia básica, foco original das auditorias. No DF, havia acúmulo de recursos repassados pelo Ministério da Saúde desde 2006, ainda nas gestões dos governadores Joaquim Roriz, então do PMDB, e Maria de Lourdes Abadia, do PSDB.
No governo do DEM, em vez de investir o dinheiro do SUS no sistema de atendimento, o ex-secretário da Saúde local Augusto Carvalho aplicou tudo em Certificados de Depósitos Bancários (CDBs). Em março do ano passado, essa aplicação somava 238,4 milhões de reais. Parte desse dinheiro, segundo investiga o Ministério Público Federal, pode ter sido usada no megaesquema de corrupção que resultou no afastamento e na prisão do governador José Roberto Arruda.
Essa constatação deixou em alerta o Ministério da Saúde. As demais equipes do Denasus, até então orientadas a analisar somente as contas dos anos 2006 e 2007, passaram a vasculhar os repasses federais do SUS feitos até 2009. Nem sempre com sucesso.
De acordo com os relatórios, em alguns estados como São Paulo e Minas os dados de aplicação de recursos do SUS entre 2008 e 2009 não foram disponibilizados aos auditores, embora se tenha constatado o uso do expediente nos dois primeiros anos auditados (2006-2007). Na auditoria feita nas contas mineiras, o Denasus detectou, em valores de dezembro de 2007, mais de 130 milhões de reais do SUS em aplicações financeiras.
O Rio Grande do Sul foi o último estado a ser auditado, após um adiamento de dois meses solicitado pelo secretário da Saúde da governadora tucana Yeda Crusius, Osmar Terra, do PMDB, mesmo partido do ministro Temporão. Terra alegou dificuldades para enviar os dados porque o estado enfrentava a epidemia de gripe suína.
Em agosto, quando a equipe do Denasus finalmente desembarcou em Porto Alegre, o secretário negou-se, de acordo com os auditores, a fornecer as informações. Não permitiu sequer o protocolo na Secretaria da Saúde do ofício de apresentação da equipe. A direção do órgão precisou recorrer ao Ministério Público Federal para descobrir que o governo estadual havia retido 164,7 milhões de recursos do SUS em aplicações financeiras até junho de 2009.
O dinheiro, represado nas contas do governo estadual, serviu para incrementar o programa de déficit zero da governadora, praticamente único argumento usado por ela para se contrapor à série de escândalos de corrupção que tem enfrentado nos últimos dois anos. No início de fevereiro, o Conselho Estadual de Saúde gaúcho decidiu acionar o Ministério Público Federal, o Tribunal de Contas do Estado e a Assembleia Legislativa para apurar o destino tomado pelo dinheiro do SUS desde 2006.
Ainda segundo o relatório, em 2007 o governo do Rio Grande do Sul, estado afetado atualmente por um surto de dengue, destinou apenas 0,29% dos recursos para a vigilância sanitária. Na outra ponta, incrivelmente, a vigilância epidemiológica recebeu, ao longo do mesmo ano, exatos 400 reais do Tesouro estadual. No caso da assistência farmacêutica, a situação ainda é pior: o setor não recebeu um único centavo entre 2006 e 2007, conforme apuraram os auditores do Denasus.
Com exceção do DF, onde a maioria das aplicações com dinheiro do SUS foi feita com recursos de assistência farmacêutica, a maior parte dos recursos retidos em São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul diz respeito às áreas de vigilância epidemiológica e sanitária, aí incluído o programa de combate à Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). Mas também há dinheiro do SUS no mercado financeiro desses três estados que deveria ter sido utilizado em programas de gestão de saúde e capacitação de profissionais do setor.
Informado sobre o teor das auditorias do Denasus, em 15 de fevereiro, o presidente do Conselho Nacional de Saúde, Francisco Batista Júnior, colocou o assunto em pauta, em Brasília, na terça-feira 23. Antes, pediu à Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, à qual o Denasus é subordinado, para repassar o teor das auditorias, em arquivo eletrônico, para todos os 48 conselheiros nacionais. Júnior quer que o Ministério da Saúde puna os gestores que investiram dinheiro do SUS no mercado financeiro de forma irregular. "Tem muita coisa errada mesmo."
No caso de São Paulo, a descoberta dos auditores desmonta um discurso muito caro ao governador José Serra, virtual candidato do PSDB à Presidência da República, que costuma vender a imagem de ter sido o mais pródigo dos ministros da Saúde do País, cargo ocupa-do por ele entre 1998 e 2000, durante o governo Fernando Henrique Cardoso. Segundo dados da auditoria do Denasus, dos 77,8 milhões de reais do SUS aplicados no mercado financeiro paulista, 39,1 milhões deveriam ter sido destinados a programas de assistência farmacêutica, 12,2 milhões a programas de gestão, 15,7 milhões à vigilância epidemiológica e 7,7 milhões ao combate a DST/Aids, entre outros programas.
Ainda em São Paulo, o Denasus constatou que os recursos federais do SUS, tanto os repassados pelo governo federal como os que tratam da Emenda nº 29, são movimentados na Conta Única do Estado, controlada pela Secretaria da Fazenda. Os valores são transferidos imediatamente para a conta, depois de depositados pelo ministério e pelo Fundo Nacional de Saúde (FNS), por meio de Transferência Eletrônica de Dados (TED). "O problema da saúde pública (em São Paulo) não é falta de recursos financeiros, e, sim, de bons gerentes", registraram os auditores.
Pelos cálculos do Ministério da Saúde, o governo paulista deixou de aplicar na saúde, apenas nos dois exercícios analisados, um total de 2,1 bilhões de reais. Destes, 1 bilhão, em 2006, e 1,1 bilhão, em 2007. Apesar de tudo, Alckmin e Serra tiveram as contas aprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado. O mesmo fenômeno repetiu-se nas demais unidades onde se constatou o uso de dinheiro do SUS no mercado financeiro. No mesmo período, Minas Gerais deixou de aplicar 2,2 bilhões de reais, segundo o Denasus. No Rio Grande do Sul, o prejuízo foi estimado em 2 bilhões de reais.
CartaCapital solicitou esclarecimentos às secretarias da Saúde do Distrito Federal, de São Paulo, de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul. Em Brasília, em meio a uma epidemia de dengue com mais de 1,5 mil casos confirmados no fim de fevereiro, o secretário da Saúde do DF, Joaquim Carlos Barros Neto, decidiu botar a mão no caixa. Oriundo dos quadros técnicos da secretaria, ele foi indicado em dezembro de 2009, ainda por Arruda, para assumir um cargo que ninguém mais queria na capital federal. Há 15 dias, criou uma comissão técnica para, segundo ele, garantir a destinação correta do dinheiro do SUS para as áreas originalmente definidas. "Vamos gastar esse dinheiro todo e da forma correta", afirma Barros Neto. "Não sei por que esses recursos foram colocados no mercado financeiro."
O secretário da Saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, afirma jamais ter negado atendimento ou acesso à documentação solicitada pelo Denasus. Segundo Terra, foram os técnicos do Ministério da Saúde que se recusaram a esperar o fim do combate à gripe suí-na no estado e se apressaram na auditoria. Mesmo assim, garante, a equipe de auditores foi recebida na Secretaria Estadual da Saúde. De acordo com ele, o valor aplicado no mercado financeiro encontrado pelos auditores, em 2009, é um "retrato do momento" e nada tem a ver com o fluxo de caixa da secretaria. Terra acusa o diretor do Denasus, Luís Bolzan, de ser militante político do PT e, por isso, usar as auditorias para fazer oposição ao governo. "Neste ano de eleição, vai ser daí para baixo", avalia.
Em nota enviada à redação, a Secretaria da Saúde de Minas Gerais afirma estar regularmente em dia com os instrumentos de planejamento do SUS. De acordo com o texto, todos os recursos investidos no setor são acompanhados e fiscalizados por controle social. A aplicação de recursos do SUS no mercado financeiro, diz a nota, é um expediente "de ordem legal e do necessário bom gerenciamento do recurso público". Lembra que os recursos de portarias e convênios federais têm a obrigatoriedade legal da aplicação no mercado financeiro dos recursos momentaneamente disponíveis.
Também por meio de uma nota, a Secretaria da Saúde de São Paulo refuta todas as afirmações constantes do relatório do Denasus. Segundo o texto, ao contrário do que dizem os auditores, o Conselho Estadual da Saúde fiscaliza e acompanha a execução orçamentária e financeira da saúde no estado por meio da Comissão de Orçamento e Finanças. Também afirma ser a secretaria a gestora dos recursos da Saúde. Quanto ao investimento dos recursos financeiros, a secretaria alega cumprir a lei, além das recomendações do Tribunal de Contas do Estado. "As aplicações são referentes a recursos não utilizados de imediato e que ficariam parados em conta corrente bancária." A secretaria também garante ter dado acesso ao Denasus a todos os documentos disponíveis no momento da auditoria.

Fonte: PTalesp.org.br

Descobertas mais duas reservas de petróleo na Bacia de Campos!

Dois novos reservatórios de petróleo, que juntos podem ter 65 milhões de barris, foram descobertos pela Petrobras na Bacia de Campos, no litoral fluminense. O primeiro se encontra na camada pré-sal, e outro, no pós-sal (acima da camada de sal), na área de Barracuda, a 100 quilômetros do Rio de Janeiro, onde a profundidade chega a 860 metros. A informação foi anunciada na semana passada. A Petrobras já tem estrutura de produção e escoamento instalada na área. A ideia é que a produção fique a cargo da Plataforma P-43, que já opera na área.
Com a perfuração de um único poço (6-BR-63A-RJS) a empresa descobriu as duas novas acumulações de petróleo. Uma delas foi em reservatórios carbonáticos do pré-sal e está localizada a 4.340 metros de profundidade. Estimativas preliminares indicam a presença de petróleo leve (28º API), com volumes recuperáveis de, aproximadamente, 40 milhões de barris, em reservatórios com boa produtividade, confirmada pelos testes realizados.
A outra descoberta foi uma acumulação de petróleo em reservatórios arenosos do pós-sal, que já apresentam histórico de produção na área de Barracuda. Estima-se que o volume de óleo recuperável nessa acumulação seja de 25 milhões de barris.
Aproveitando a completa infraestrutura de produção e escoamento já instalada na área, é estudada a possibilidade de interligar o poço 6-BR-63A-RJS à plataforma P-43, que já opera no Campo de Barracuda. As descobertas serão objeto de avaliação, a ser apresentado brevemente à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Pré-Sal
As maiores descobertas de petróleo, no Brasil, foram feitas recentemente pela Petrobras na camada pré-sal, localizada entre os estados de Santa Catarina e Espírito Santo, onde se encontrou grandes volumes de óleo leve. Na Bacia de Santos, por exemplo, o óleo já identificado no pré-sal tem uma densidade de 28,5º API, baixa acidez e baixo teor de enxofre, que são características de um petróleo de alta qualidade e maior valor de mercado.
O termo pré-sal refere-se a um conjunto de rochas localizadas nas porções marinhas de grande parte do litoral brasileiro, com potencial para a geração e acúmulo de petróleo. Convencionou-se chamar de pré-sal porque forma um intervalo de rochas que se estende por baixo de uma extensa camada de sal. Em certas áreas da costa atinge espessuras de até 2.000m.

Decisão do TSE pode atingir Kassab e impor cassação!

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), pode ser atingido por uma decisão tomada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na sexta-feira (26). O tribunal estabeleceu que as ações por irregularidades em prestação de contas de campanha podem ser ajuizadas durante todo o mandato do candidato eleito se a ação entrou antes da Lei 12.034 ser aprovada.
A lei, de setembro do ano passado, prevê que tal tipo de ação só pode ser levada à Justiça no prazo de até 15 dias após a diplomação do candidato. Kassab teve seu pedido de cassação feito pelo juiz da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, Aloísio Silveira, por irregularidades encontradas nas contas da campanha de 2006.
A representação feita pelo Ministério Público Estadual pedindo a cassação foi feito antes da nova lei aprovada, embora após o prazo de 15 dias previsto na Lei 12.034. A cassação de Kassab e de 14 vereadores da cidade estão suspensas até que o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TER/SP) julgue os casos.
Na avaliação do advogado eleitoral Alberto Rollo, o TRE terá que analisar agora o mérito da ação. O juiz questiona se as empresas sócias de concessionárias de serviço público poderiam doar e se a Associação Imobiliária Brasileira (AIB), que representava empresas do setor, poderia ter doado recursos à Kassab.
Rollo prevê uma enxurrada de multas a empresas que doaram além dos limites legais nas eleições passadas. Empresas só podem doar até 2% do faturamento anual. Pessoas físicas podem doar até 10% da renda bruta.
A multa mínima equivale a cinco vezes o valor excedente do limite fixado por lei. "Só aqui em São Paulo, são 2 mil processos que vão voltar para o TRE multar. Os advogados de processo eleitoral vão ter muito trabalho pela frente", disse Rollo.
Para um dos advogados de Kassab, Marcelo Toledo, a decisão do TSE não causará problemas à defesa do prefeito. "A Constituição dispõe que sobre mandato eleitoral só se pode ajuizar ação até 15 dias da diplomação. Nosso entendimento é de que permanece o prazo de 15 dias", afirmou.
A defesa do prefeito de São Paulo vai centrar seus argumentos em decisão anterior do TSE relativa às contas da campanha de 2006 do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na época, o tribunal considerou como legal a doação de empresas sócias de concessionárias de serviços públicos e entendeu que apenas as concessionárias ficam proibidas de doar a candidatos ou partidos.
Segundo a ação de cassação do prefeito de São Paulo, Kassab recebeu 33,87% do total arrecadado na campanha de 2008 de fontes ilícitas, principalmente de sócios de concessionárias.
Fonte:  Vermelho (www.vermelho.org.br)

O que Lula vai pendurar no pescoco de Serra: FHC vs Lula

Meu Blog reproduz uma notícia do amigo navegante Túlio Diniz postada em Blog também:


Eu não tenho acesso ao Economist, mas chega essa tabela e publica pra gente por favor. http://rosadosventos1.blogspot.com/2009/12/indicadores-economicos-do-brasil.html


-” Indicadores económicos do Brasil ”
Esta matéria foi-me enviada por um companheiro nosso brasileiro e eu, como cidadão lusófono,
alheando-me do ponto de vista político,tenho o maior prazer em a publicar, partindo do princípio que os dados são fidedignos.

«O jornal “The Economist” publicou em 12/11/2009 os seguintes dados sobre o Brasil antes e o Brasil depois
(http://www.economist.com/opinion/displaystory.cfm?story_id=14845197)

Só mesmo a nossa “imprensa” omite os avanços do país. Porque será ???

Itens………………..ComFHC————-Com LULA
Risco Brasil——————- 2.700 pontos—– 200 pontos
Salário Mínimo —————-78 dólares ——210 dólares
Dólar —————————-Rs$ 3,00 ——–Rs$ 1,78
Dívida FMI —————Não mexeu ————Pagou
Indústria naval ————–Não mexeu ——-Reconstruiu
Universidades Federais Novas–Nenhuma ——10
Extensões Universitárias ——-Nenhuma ——45
Escolas Técnicas —————–Nenhuma —–214
Valores e Reservas
do Tesouro Nacional –185 Bilhões US$ Negativos—— 160 Bilhões US$ Positivos
Créditos para o povo/PIB ——–14% ———————–34%
Estradas de Ferro —————Nenhuma ————3 em andamento
Estradas Rodoviárias —-90% danificadas————-70% recuperadas
Indústria Automobilistica – Em baixa, 20% ————-Em alta, 30%
Crises internacionais ——4, arrasando o país———– Nenhuma, pelas
reservas acumuladas
Câmbio Fixo —Estourando o Tesouro Nacional—– Flutuante: com ligeiras
intervenções do Banco Central
Taxas de Juros SELIC ————27% ———————-11%
Mobilidade Social ————2 milhões ——– 23 milhões de pessoas
saíram da linha de pobreza
Empregos ———————–780 mil —————– —-11 milhões
Investimentos em
infraestrutura ————-Nenhum —–504 Bilhões de reais previstos até 2010
Mercado internacional –Brasil sem crédito—- Brasil reconhecido como “investment grade”

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Isso não é uma camiseta. É um veículo de comunicação

“… a noção de “personalização” é mais que um argumento publicitário: é um conceito ideológico fundamental de uma sociedade que visa, “personalizando” os objetos e as crenças, integrar melhor as pessoas.”
BAUDRILLARD




As camisetas personalizadas estão mais na moda que nunca. Na política, se transformaram em mercadoria valiosa na diplomacia que circunda as cúpulas dos “Gs”. Tanto que, na imprensa internacional, a notícia mais destacada na reunião do G8, na Itália, foi a camisa da seleção brasileira autografada pelos campeões da Copa das Confederações que o presidente Lula entregou de presente para Barack Obama — diga-se de passagem, foi o time com o qual a seleção brasileira derrotou os norte-americanos.

Da política para o mercado, aqui a cotação das camisetas segue igualmente em alta. Historicamente as campanhas Adidas New Zealand/New Zealand Rugby Union sempre envolvem o gifting e as camisetas do time de alguma forma. E sempre estão no podium do Festival de Cannes. Este ano, no Promo Lions, não foi diferente. Uma promoção convidava os fãs a assinarem uma camiseta virtual Adithread. Fazendo uso da nanotecnologia, os mais de 10 mil nomes foram impressos nos fios que compõem a trama do tecido, sendo literalmente registrados na história do All Blacks.

Aproveitando a deixa, para nos explicar como é que um gift pode se transformar em outdoor (ou em anúncio, ou em marketing de relacionamento ou em…) convido Cláudio Mello, parceiro do GEA/AMPRO, co-autor do livro Gifting (ainda a ser lançado), professor de Marketing Promocional e merchandising da ESPM nos cursos de graduação e pós-graduação, vice-presidente de educação da AMPRO e diretor da Emporium Negócios e Comunicação.

MP: Gift é mídia. Mídia é gift. Como explicar academicamente estas fronteiras?
RES: Na realidade não existe fronteira. Gift é mídia com certeza, pois leva a marca ao target de maneira eficaz passando uma mensagem que ora se planejou / criou. O que importa e muito, é a qualidade dessa mensagem que necessita ser muito direta e objetiva. Eu diria: inteligente. Como em todas as mídias a criatividade deve imperar para que o resultado seja surpreendente.

MP: E na prática? Como os clientes e as agências planejam as ações de gifting?
RES: Em muitos casos o gifting não é utilizado com o propósito estratégico. Por isso tudo que muitas vezes ele passa a ser apenas um brinde fazendo com quem será presenteado ou atingido não se sinta persuadido ou irradiante pelo fato de recebê-lo. Não é apenas comprar grandes quantidades ou peças baratas e que se adequem ao budget, mas sim o gift tem que ter a capacidade de atingir o coração e as mentes das pessoas.

MP: Camiseta com nanotecnologia para fidelizar clientes. O que mais vem por aí?
RES: O ser humano com toda a sua capacidade criativa pode desenvolver coisas inimagináveis. Com a associação da tecnologia podemos esperar produtos e ações estratégicas cada vez mais incríveis com o propósito de se fidelizar clientes. Isto tudo ocorrerá com as empresas e agências que trabalham com foco no cliente e principalmente com mente estratégica, onde os ingredientes que compõem a receita farão sucesso junto aos ávidos e famintos consumidores que carecem da criatividade em muitas das ações de gifting. A receita? Foco no target, criatividade, planejamento e estabelecimento correto de métrica para obtenção de resultados.

Fonte: Marina Pechlivanis é Sócia-Diretora da Umbigo do Mundo Gifting e Comunicação, Mestre em Comunicação e Consumo pela Escola Superior de Propaganda e Marketing e integrante do GEA (Grupo de Estudos Acadêmicos) da AMPRO.

TÁTICA ELEITORAL DO PSDB A ESPERA DO PT!

A imprensa toda especula quem será o candidato a governador do Partido dos Trabalhadores, mais tanto o candidato do Partido dos Trabalhadores, como também o candidato do PSDB é um segredo que pode até definir a presidência da republica. O Fato é: por que eles não perguntam quem será o Candidato do PSDB a Governo do Estado de São Paulo sendo que fala – se muito em José Serra ser o candidato a cadeira de Presidente.

A verdade é que o PSDB não quer perder o reinado no Estado de São Paulo e que se isso acontecer será praticamente a extinção do partido em todo o estado. O PSDB espera atento a indicação do Partido dos Trabalhadores para candidato a Governo do Estado. A espera por Ciro Gomes até o dia 24 de fevereiro para conversar com os partidos: PSB, PT, PDT, PC do B, PTC, PRB, PSC e PTN deixou mais uma pulga atrás da orelha, será que o Ciro vai pra Presidente ou Governador?...
Ciro não descartou a possibilidade de concorrer ao Estado de São Paulo, mais vai co ntinuar dentro das possibilidades a cadeira de Presidente.

A primeira analise é que se Ciro Gomes for candidato ao governo estadual apoiado pelo PT, e o PT ter o vice. Coloca-se uma pulga atrás da orelha do PSDB, pois eles só vão definir seus candidatos definitivamente, após as definições destas escolhas, e esse jogo eleitoral é favorável para o PT. O PT já tem sua pré candidata a presidência e ela vem ganhando a cada dia mais espaço e aumentando sua preferência entre o povo brasileiro.

O PSDB já esta atormentado com esse crescimento e isso vem deixando eles de sem cabelos, pois o que está em jogo para eles não é apenas Governar o Brasil ou Governar o Estado de São Paulo, mais sim a permanência do Partido no estado. Pois, perder a presidência da república e perder o governo do estado, significa se enfraquecer-se e muito nos processos eleitorais futuros em todo o estado.

Dúvido muito se o Cirgo for candidato ao estado de São Paulo, que José Serra irá tentar a disputa presidencial....